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   Bibliografia Comentada de José Américo de Almeida

Apresentação

A Fundação Casa de José Américo, com a qual a Universidade Federal da Paraíba   mantém um convênio de cooperação firmado a 1º de outubro de 1981, vem   desenvolvendo, atualmente, um vigoroso programa de pesquisas em que são enfatizados os estudos específicos sobre as possibilidades de aproveitamento de suas fontes bibliográficas para o campo da pesquisa e do ensino, a nível universitário e de 1º e 2º graus.

Dentro do espírito do convênio de cooperação existente, o Presidente da Fundação Casa de José Américo, no período 1991 - 1995, Professor José Elias Barbosa Borges, solicitou do Departamento de Biblioteconomia e Documentação da UFPB, a nossa colaboração para realização de um projeto, objetivando desenvolver estudos e pesquisas sobre a obra de José Américo de Almeida.

Nossa pesquisa, que se iniciou em janeiro de 1992, abordando a vastíssima produção literária de José Américo de Almeida, nasceu da necessidade de se dotar a Biblioteca e o Arquivo daquela Fundação de um instrumento que lhes permitissem melhor orientar seus consulentes e pesquisadores sobre a obra do ilustre escritor. Pretendeu-se, ainda, proporcionar os subsídios necessários aos estudiosos, não só para trabalhos extensos, como também para citações.

A Bibliografia Comentada de José Américo de Almeida consiste, pois, na identificação, organização e apresentação de elementos registrados em livros e outros materiais gráficos, no sentido de adaptar os recursos informacionais às reais necessidades do usuário.

As conquistas no campo científico e tecnológico vêm provocando um crescente número de serviços de informação, pois se sabe que quanto maior for a organização intelectual de um país, maior será a importância dos instrumentos bibliográficos.

Na verdade, ao ser iniciado um trabalho científico, torna-se indispensável ao pesquisador o acesso a um sistema de informações que lhe sirva como fonte de alimentação e suporte teórico.

Esta Bibliografia Comentada de José Américo de Almeida, que julgamos de grande importância para a cultura paraibana, será uma fonte de consulta imprescindível, tanto para pesquisadores da Fundação Casa de José Américo como da Universidade Federal da Paraíba e de outras instituições de pesquisa, principalmente, nas áreas de Ciências Sociais, Problemas do Nordeste, Política Brasileira, Literatura Paraibana e Brasileira.

Constantemente, somam-se publicações aos acervos existentes e o conhecimento dessas e de outras aquisições acarretará uma maior amplitude e freqüência nas consultas, estudos e trabalhos do autor.

Nosso trabalho sobre a obra desse estadista e homem de letras é uma bibliografia especializada, que se caracteriza como uma central informatizada da produção existente em livros, folhetos e periódicos que abordem o assunto.

Para obtenção do levantamento do material bibliográfico adotamos o seguinte procedimento: a) identificar e obter a documentação existente nos acervos da biblioteca e no arquivo da FCJA, abrangendo cerca de seis mil documentos; b) a análise da documentação relevante; c) registro das referências bibliográficas e resumos dos textos pesquisados, indicando as entradas do assunto correspondente a cada publicação.

Da Revista Era Nova, publicada em João Pessoa nos anos 1921/22, alguns volumes foram consultados na própria Fundação, na Biblioteca Central da UFPB e na biblioteca particular de Dr. Maurílio de Almeida, cuja colaboração agradecemos.

Nossos agradecimentos são extensivos ao professor José Elias Barbosa Borges pelo muito de incentivo e de orientação, principalmente nas horas mais difíceis, para consecução deste trabalho e às bibliotecárias Carmem Lianza Dias e Maria de Fátima Bezerra da Silva, da FCJA.

Agradecemos, também, as professoras Dijane de Oliveira Borba e Dra. Walquíria Toledo de Araújo, chefes do Departamento de Biblioteconomia e Documentação da UFPB, e ao colegiado do curso de Biblioteconomia, por ter acreditado em nossa pesquisa e pelo apoio aos nossos esforços.

Por fim, nossos agradecimentos especiais à Fundação Casa de José Américo e à Fundação Joaquim Nabuco de Recife, pelo imprescindível suporte na área de computação, particularmente, aos seus presidentes Ivanice Frazão de Lima e Costa e Fernando Alfredo Guedes Pereira de Mello Freyre e aos técnicos em informática Rossiane Delgado de A. Cordeiro, da FCJA, e Delano Lins, da FJN.

Como novos trabalhos sobre a obra de José Américo de Almeida deverão aparecer e muitos estudos ainda serão descobertos, pretendemos continuar a Bibliografia Comentada do autor em outras instituições, o que possibilitará um maior conhecimento dos seus trabalhos.

Norma Lins Leite

Prefácio

Foi com grande satisfação que recebemos da professora Norma Lins Leite, o honroso convite para prefaciar o seu livro Bibliografia Comentada de José Américo de Almeida, resultado de uma pesquisa de mais de três anos, relativa à obra e crítica do grande escritor e homem público paraibano.

Ao aceitarmos o convite, cumpre-nos salientar que a idéia de realização da pesquisa surgiu em 1993 quando dos entendimentos mantidos com aquela professora para o estudo da produção daquele autor, no período em que estávamos na Presidência da Fundação Casa de José Américo. A professora Norma tentava então definir um tema para o desenvolvimento de uma tese de mestrado o que, lamentavelmente, não pôde ser concretizado. Sugerimos-lhe então, uma pesquisa sobre a obra de José Américo. Ela aceitou a idéia de bom grado e passou a dedicar-se, de corpo e alma, ao empreendimento. Isso todavia, só foi oficializado após a assinatura de um convênio específico de cooperação entre o Departamento de Biblioteconomia e Documentação do Centro de Ciências sociais Aplicadas (CCSA) e a Fundação Casa de José Américo, no âmbito do convênio global de cooperação existente entre a Universidade Federal da Paraíba e a Fundação.

Uma vez elaborado o projeto básico, tentou-se, inúmeras vezes e de várias maneiras, a obtenção dos recursos para a realização do trabalho. Debalde. Conseguiu-se apenas que a professora fosse liberada parcialmente de suas atividades docentes, na UFPB, dedicando 20 horas semanais à pesquisa. A Fundação procurou cobrir as despesas básicas decorrentes do apoio logístico, culminando com o patrocínio da impressão do livro, agora sob os auspícios da sua nova e esclarecida Presidente Dra. Ivanice Frazão de Lima e Costa.

Poucos são os trabalhos bibliográficos existentes sobre a Paraíba aqui publicados, ou sobre escritores paraibanos, realizados de conformidade com as diretrizes da documentação moderna, de modo a facilitar os estudos e indagações por parte de interessados pela cultura local e regional.

Deve-se salientar contudo, a magistral obra Bibliografia Paraibana, de autoria de Horácio de Almeida, em sua primeira versão, mas que teve o apoio indispensável dos renomados bibliófilos, prof. Átila Augusto Freitas de Almeida da UFPB, Dr. Maurício de Almeida e Eduardo Martins, ambos da Academia Paraibana de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano. Essa bibliografia foi, felizmente, muito bem acolhida pelo Conselho Estadual de Educação, tendo sido publicada em 1994, por “A UNIÃO”, com apoio do professor Sebastião Guimarães Vieira, Secretário de Educação e Cultura, e incluída na coleção “Biblioteca Paraibana”.

Merecem também ser citados outros trabalhos já realizados sobre o assunto como o do bibliotecário e escritor Waldemar Duarte, o Estudo Bibliográfico de Altimar de Alencar Pimentel e da professora Francisca Neuma Fechine Borges sobre o Folclore paraibano, a Bibliografia Agropecuária Paraibana (2 volumes) elaborada por Elizabete de Oliveira Serrano e José Vitalino de C. Rocha Filho, publicados pelo Centro Nacional de Pesquisa do Algodão (CNPA) da EMBRAPA, além de outros estudos de menor porte.

Muitas áreas da Cultura, da História, da Geografia, da Ciência e Tecnologia da Paraíba ainda estão a descoberto, sem suas bibliografias específicas publicadas.

O que diferencia entretanto a Bibliografia Comentada de José Américo de Norma Lins Leite é o “comentada”. Na verdade, pra cada livro, artigo, crônica ou ensaio, tanto do autor como de seus críticos, foram feitos comentários resumidos, do tipo abstract, sintetizando a temática principal existente naquelas publicações. Além disso, foi feito um índice remissivo completo de assunto, autor e título, com os números correspondentes a cada publicação, facilitando imensamente o trabalho do pesquisador que deseje aprofundar-se num tema específico da produção americista. Isso foi possível graças à colaboração da Fundação Joaquim Nabuco, sob a presidência do Dr. Fernando Alfredo Guedes Pereira de Mello Freyre, a qual mantêm convênio com a FCJA. Na verdade, todo material bibliográfico digitado foi preparado e tratado pelo sistema MICRO-ISIS, do Setor de Informática daquela Fundação, completando-se a obra com o seu catálogo tipo dicionário, ou índice remissivo.

Evidentemente que a bibliografia de José Américo não foi esgotada. Alguns trabalhos mais antigos decerto escaparam à argúcia da pesquisadora. E outros novos estão sendo e serão produzidos, depois do lançamento. Por isso é que este volume é apenas o primeiro de uma série.

Esse material poderá, dentro de um futuro próximo, constituir uma “Home Page” e ser acessado diretamente por pesquisadores brasileiros e estrangeiros, através da INTERNET.

Da professora Norma, muitos trabalhos de valor devem ser esperados nessa área importante da documentação e bibliografia. Que seu esforço, dedicação, capacidade e humildade, possam ser compreendidos e imitados, são os nossos votos.

De parabéns portanto, a pesquisadora, a FCJA, a UFPB e a comunidade paraibana, por tão importante contribuição para o conhecimento de nossos vultos mais legítimos e de nossa terra.

Professor José Elias Barbosa Borges

Dezembro de 1996

Nota Explicativa

Organizamos a bibliografia, subdividindo-a em três partes:

a)  Crônicas e folhetos escritos por José Américo;

b) Livros escritos por José Américo;

c)  Livros e comentários críticos, monografias, artigos e dissertações de vários autores sobre José Américo.

As referências bibliográficas dos livros, folhetos e comentários críticos sobre o autor são apresentadas em ordem seqüencial alfabética e numérica, utilizando-se o índice para localização do item desejado.

O arranjo da bibliografia obedeceu às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. (Referência Bibliográfica NB 6023 e Resumos NB 88).

Nos resumos tipo abstracts procuramos salientar as idéias mais importantes inseridas no texto analisado conservando, na medida do possível, a mesma linguagem do autor do texto.

Cada referência bibliográfica é seguida do resumo correspondente e de cabeçalhos de assunto. Para facilitar a busca de informação ao leitor, apresentamos o índice de autor, título e assunto organizados em ordem alfabética, apresentando código numérico de cada trabalho.

De maneira bem detalhada, foram cobertos vários tópicos para melhor recuperação do tema descrito e adequação às reais necessidades informacionais do usuário.

Para melhor disseminação, o trabalho, que constitui uma base de dados, foi armazenado em disquetes e ficará na Biblioteca Central da UFPB e na Biblioteca da FCJA, possibilitando ao leitor melhor acesso às informações, através dos setores de informática de ambas as instituições, podendo, eventualmente, constituírem uma home page na INTERNET.

1. Obras do Autor

1.1. Crônicas

[001]

ALMEIDA, José Américo de.  A côrte de justiça internacional.  Era Nova, João Pessoa, ano 7, nº 13, 1º out. 1921. Quinzenal.

O texto fala sobre Direito Internacional, referindo-se à eleição de Ruy Barbosa para a Corte Permanente de Justiça Internacional, como sendo de grande influência para os destinos do mundo.

1. BRASIL - DIREITO INTERNACIONAL.

2. DIREITO INTERNACIONAL.             

3. HAIA - CORTE INTERNACIONAL DE JUSTIÇA.             

4. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS

5. RUY BARBOSA - DIREITO INTERNACIONAL.             

[002]

ALMEIDA, José Américo de.  A desmoralização do nome.  Era Nova, João Pessoa, ano 1, nº 2, 1 set, 1921. Quinzenal.

Em seu texto o autor afirma que, outrora, antes de se levar a criança à pia batismal consultava-se o calendário e adotava-se religiosamente o nome do santo do dia do seu nascimento. Mas, com as contaminações do estilo, que para muita gente é uma arquitetura de palavras bonitas, veio a mania de nomes raros. José Maria e toda a onomástica do reino do céu foram relegados para a prole plebéia.

1. LEXICOLOGIA - ONOMÁSTICA.

2. LÍNGUA PORTUGUESA - NOMES PRÓPRIOS.

3. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS

4. LINGÜÍSTICA - NOMES PRÓPRIOS.

5. ONOMÁSTICA - LEXICOLOGIA.

[003]

ALMEIDA, José Américo de.  A estréia inacabada.  O Cruzeiro, Rio de Janeiro, nº 44, p. 49, ago. 1957.

O autor relata nesta sua crônica, o momento em que se defrontou com o seu diploma nas mãos e o anel no dedo, indicando que o mundo dos bacharéis estava escrito, estando ele preparado para enfrentá-lo. Era a época em que o Presidente da República, eleito para o próximo quadriênio, estava chegando de uma excursão ao Norte, e viria visitar o nosso Estado.

1. BRASIL - HISTÓRIA.

2. EDUCAÇÃO - DIREITO.

3. HISTÓRIA DO BRASIL.

4. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.             

5. PARAÍBA - LITERATURA.             

[004]

ALMEIDA, José Américo de.  A florescência de ouro.  Era Nova, João Pessoa, ano 1, nº 14, 15 out. 1921. Quinzenal.

O texto ressalta a atitude passiva dos brasileiros em não saber contemplar a natureza no seu conteúdo poético mais vasto, mostrando o quanto o homem perde em não expressar com emoção os seus sentimentos.

1. A VISÃO DE MUNDO - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

2. BRASILEIRO - PSICOLOGIA.

3. COMPORTAMENTO - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

4. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS

[005]

ALMEIDA, José Américo de.  A mais bella.  Era Nova,  João Pessoa, ano 1, nº 15, 1 nov. 1921.

O autor fala sobre a realização do concurso para escolher a mulher mais bella e o conceito de beleza de acordo com as épocas e as raças. Traça algumas linhas sobre os ideais estéticos de artistas como Camões, Dante, Goethe, etc...

1. ARTE - ESTÉTICA.             

2. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

3. LITERATURA PARAIBANA - MULHER.

4. MULHER - BELEZA.

5. PARAÍBA - LITERATURA.

[006]

ALMEIDA, José Américo de.  A vida e a morte.  Era Nova, João Pessoa, ano 2, nº 34, 1 out. 1921. Quinzenal.

O texto trata de um poema parnasiano em que se evidencia a problemática da vida e da morte.

1. CRÍTICA LITERÁRIA - POESIA.

2. FILOSOFIA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

3. LITERATURA BRASILEIRA - POESIAS.

4. POESIA - CRÍTICA.

[007]

ALMEIDA, José Américo de.  Anna Bolena.  Era Nova, João Pessoa, ano 2, nº 34, 1º out., 1921. Quinzenal.

O autor tece comentários a propósito do filme Anna Bolena, nome feminino, símbolo de intriga e maldade. Considera a cinematografia um instrumento de difusão de conhecimentos e de propaganda de ideias.

1. ANNA BOLENA - CRÍTICA - CINEMATOGRÁFICA.

2. CINEMA - ARTE.

3. CRÍTICA - CINEMATOGRÁFICA.

4. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

[008]

ALMEIDA, José Américo de.  Apologia do burro.  Era Nova, João Pessoa, ano I nº 6: jun.1921.

O artigo ironiza costumes e mitos que cercam o burro, citando autores que fizeram a sua apologia, como Machado de Assis em seu Diálogo dos Burros.

 1. CRÍTICA  DE COSTUMES - DIÁLOGO DOS BURROS.

2. LITERATURA BRASILEIRA - CONTRIBUIÇÕES DE UM AUTOR EM OBRA DE OUTRO OU COLETIVA - ASSIS, MACHADO DE.

3. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS

4. O BURRO - APOLOGIA.

[009]

ALMEIDA, José Américo de.  Augusto dos Anjos.  Era Nova, João Pessoa, s.d. Quinzenal.

Em seu texto o autor fala sobre o personagem Augusto dos Anjos, sua influência na literatura e ainda faz uma crítica ao seu livro Eu.

1. ANJOS, AUGUSTO DOS. - CRÍTICA LITERÁRIA.

2. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

3. LITERATURA BRASILEIRA - LINGUAGEM E ESTILO.

4. PARAÍBA - LITERATURA.             

5. POESIA PARAIBANA - ANJOS, AUGUSTO DOS.

[010]

ALMEIDA, José Américo de.  Boca de praga.  O Cruzeiro, Rio de Janeiro, n.º 6, p. 35, nov. 1957.

Conta a passagem do autor como Ministro da Viação em 1930, quando através de um  decreto-lei de abertura de crédito comunica ao Presidente que estava disposto a ir  estudar pessoalmente os aspectos da crise provocada pela seca para poder aplicar  medidas mais adequadas a situação.

1. BRASIL - GOVERNO - 1930.              

2. GETÚLIO VARGAS - GOVERNO - 1930.             

3. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

4. NORDESTE - SECAS - 1930.

5. POLÍTICA E GOVERNO - BRASIL.

[011]

ALMEIDA, José Américo de.  Cabeça e estômago.  Era Nova, João Pessoa, ano 1, nº 8, 15 jul. 1921.

O autor afirma que ninguém ainda logrou uma idéia exata da atual situação da Rússia bolchevista, citando Charles Gide e Charles Rist na edição de Histórie des Doctrines Economiques. Procura definir esse sistema político.

1. BOLCHEVISMO - RÚSSIA.

2. CHARLES GIDE - DOUTRINAS ECONÔMICAS.

3. ECONOMIA - DOUTRINAS.

4. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

5. POLÍTICA INTERNACIONAL - BOLCHEVISMO.             

[012]

ALMEIDA, José Américo de.  Caminhos da seca.  O Cruzeiro, Rio de Janeiro, nº 7, p. 35, nov. 1957.

Nesta crônica, o autor nos relata todo o sofrimento daqueles que padecem por conta do fenômeno das secas e mostra-nos todas as etapas que o povo nordestino passa ao se deparar com este fenômeno tão grave para população.

1. BRASIL - NORDESTE - SECAS.

2. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.             

3. SECAS - BRASIL.

[013]

ALMEIDA, José Américo de.  Diário de um paroara.  O Cruzeiro, Rio de Janeiro, nº 9, p. 91, dez. 1957.

José Américo, nesta crônica, relata uma estória de maneira bem pitoresca, onde os personagens são destacados de forma particular, de acordo com o assunto abordado. Trata-se da descrição de uma viagem ao Pará.

1. AMAZÔNIA BRASILEIRA.

2. BRASIL - AMAZÔNIA.

3. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

4. VIAGENS.

[014]

ALMEIDA, José Américo de.  “Esta madrugada entrou na história”, depõe o ex-ministro José Américo.  O Cruzeiro, nº 51, p.110, out. 1954.

O artigo acima, trata de um depoimento feito pelo Ministro José Américo de Almeida, sobre a morte do Presidente Getúlio Vargas, onde ele relata toda conversa com o Presidente e seus ministros, antes do seu suicídio.

1. BRASIL - HISTÓRIA - PRESIDENCIALISMO.

2. HISTÓRIA DO BRASIL - MORTE DE VARGAS.

3. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

4. VARGAS, GETÚLIO - MORTE 1954.

[015]

ALMEIDA, José Américo de.  Extremos que se tocam.  O Cruzeiro, Rio de Janeiro, nº 4, p. 121, nov. 1957.

José Américo conta no seu artigo em que circunstâncias foi convidado para ser o Secretário de Segurança Pública, o que ele enfrentou exercendo esse cargo para se impor com autoridade.

1. HISTÓRIA DA PARAÍBA - 1930.

2. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

3. PARAÍBA - HISTÓRIA - 1930.

[016]

ALMEIDA, José Américo de.  Fiz um presidente.  O Cruzeiro, Rio de Janeiro, nº .51, p. 35, out, 1957.

José Américo conta em sua crônica como aconteceu os primeiros entendimentos entre ele e o general Dutra, levando este segundo a tornar-se o Presidente da República. São conversas de um valor histórico indiscutível que o escritor e o político José Américo nos deixa de presente nesta crônica tão interessante e bem ao seu estilo.

1. BRASIL - HISTÓRIA - DÉCADA DE 40.

2. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

3. POLÍTICA - BRASIL - DÉCADA DE 40.

[017]

ALMEIDA, José Américo de.  Florinda.  O Cruzeiro, Rio de Janeiro, nº 38, p. 41, jul. 1957.

O autor em sua crônica fala sobre Florinda, uma senhora de certa idade que se preocupava com encomendas de roupas de rendas do Ceará, para noivas. Em determinado momento ocorre o desaparecimento de alguém, que se considera assassinado, e que alguns julgam ser o corpo da referida senhora.

1. CRÔNICA LITERÁRIA - NORDESTE.

2. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

[018]

ALMEIDA, José Américo de.  Fragmentos de poesia sertaneja.  Era Nova, João Pessoa, ano 2, nº 28, 15 jun. 1922. Quinzenal.

O autor comenta sobre algumas trovas populares, de agreste e delicioso sabor, afirmando que as investigações desse gênero ainda tem, no Brasil, um caráter puramente literário, desejando que mais tarde sirvam de subsídio a preocupações científicas como se pratica na França, na Inglaterra, na Alemanha e em outros países.

1. FOLCLORE - NORDESTE.

2. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

3. LITERATURA POPULAR - NORDESTE.

4. POESIA POPULAR - NORDESTE.

5. TEORIA LITERÁRIA - POESIA POPULAR.

[019]

ALMEIDA, José Américo de.  Govêrno de analphabetos.  Era Nova, João Pessoa, ano 1, nº 16, 15 nov. 1921. Quinzenal.

O autor, em seu texto, nos fala sobre a situação dos governos no que tange às relações entre literatura e analfabetismo, dando-nos uma visão ampla do assunto.

1. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

2. PARAÍBA - LITERATURA.

3. POLÍTICA - PARAÍBA.

[020]

ALMEIDA, José Américo de.  História de um beijo.  O Cruzeiro, Rio de Janeiro, nº 39, p. 21, jul. 1957.

O autor narra um episódio que se passa numa recepção, quando uma senhorita vestida de encarnado se aproxima de Juarez Távora para beijá-lo. Uma vez que o beijo não foi aceito pessoalmente, foi encontrada uma saída salvadora. Através de uma procuração eu recebo o beijo da moça, afirma o autor.

1. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

3. LITERATURA PARAIBANA - MEMÓRIAS - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

[021]

ALMEIDA, José Américo de.  Homem de letras.  O Cruzeiro, Rio de Janeiro, nº 37, p. 15, jun. 1957.

O autor, nesta crônica, relata um dos momentos de sua vida de menino, quando o pai contratara uma professora particular para ensinar em casa, a ele e seus irmãos, e isso foi um momento de grande expectativa para todos, achando que seriam bastante cobrados em suas lições. Ele conta todos os fatos ocorridos nessa época na qual outras pessoas também foram envolvidas nesta crônica.

1. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

2. MEMORIALISMO - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

3. PARAÍBA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

[022]

ALMEIDA, José Américo de.  Hospitalidade.  O Cruzeiro, Rio de Janeiro, nº 47, p. 83, set, 1957.

O autor nos conta uma experiência de um certo senhor ao chegar em uma cidade e sentir a hospitalidade existente por parte de um parente seu que ali residia. Este, sabendo da sua estada ali em um hotel, mandou buscar aquele para hospedá-lo em sua própria casa.

1. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

2. PARAÍBA - LITERATURA.

[023]

ALMEIDA, José Américo de.  Independência na Parahyba.  Era Nova, João Pessoa, s.d. Quinzenal.

O texto fala sobre a independência na Paraíba e cita alguns dos personagens ilustres da nossa história: D. Pedro I, Maria Leopoldina, José Bonifácio, Gonçalves Ledo, José Clemente Pereira.

1. BRASIL - HISTÓRIA.

2. HISTÓRIA DO BRASIL - INDEPENDÊNCIA.

3. PARAÍBA - HISTÓRIA.

[024]

ALMEIDA, José Américo de.  Inferno verde.  O Cruzeiro, Rio de Janeiro, nº 43, p. 41, ago.1957.

O autor, nesta crônica, descreve toda a sua trajetória pela Amazônia, recordando momentos alegres e pitorescos ocorridos nesta viagem.

1. AMAZÔNIA - DESCRIÇÃO.

2. BRASIL - AMAZÔNIA.

3. LITERATURA BRASILEIRA - NARRATIVA DE VIAGEM.

4. NARRATIVA DE VIAGENS - INFERNO VERDE.

[025]

ALMEIDA, José Américo de.  Jeca menino.  Era Nova, João Pessoa, ano 2, nº 31, 1 ago. 1921. Quinzenal.

Comenta a história de uma galinha que chocava os ovos de uma pata. A propósito desse acontecimento considera o instinto não como uma reação automática, mas como conseqüência de uma atitude psicológica diante de uma situação.

1. BIOLOGIA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

2. FÁBULAS - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

3. LITERATURA POPULAR - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

4. PARAÍBA - LITERATURA POPULAR - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

5. PSICOLOGIA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

[026]

ALMEIDA, José Américo de.  José Américo retrata Chateaubriand. O Cruzeiro, Rio de Janeiro, nº 34, p. 124, ago. 1970.

José Américo, em seu artigo, descreve o perfil de um grande amigo, Assis Chateaubriand, relatando várias de suas facetas, mostrando sua forte personalidade no desempenho de atividades desenvolvidas e ainda apresenta o seu lado intelectual e diplomático.

1. HISTÓRIA DA LITERATURA - BIOGRAFIA.

2. IMPRENSA NO BRASIL - JORNALISMO.

3. JORNALISMO - BRASIL.

4. BIOGRAFIA - ASSIS, CHATEAUBRIAND.

[027]

ALMEIDA, José Américo de.  Mensagem.  O Cruzeiro,  Rio de Janeiro, nº 2, p. 3, out. 1957.

O autor descreve, em seu texto, a sua vida quotidiana no seu recanto de praia, a sua casa, o seu jardim, o mar à sua frente, e todo o seu dia-a-dia nesse agradável ambiente, tendo sempre contato com a natureza e podendo, assim, usufruir de tudo o que tem a seu inteiro dispor.

1. AUTOBIOGRAFIA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

2. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

3. TAMBAÚ - CASA DE JOSÉ AMÉRICO.

4. MEMORIALISMO - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

5 PARAÍBA - JOÃO PESSOA - TAMBAÚ.

[028]

ALMEIDA, José Américo de.  O aboio.  Era Nova, João Pessoa, ano 2. nº 29, jul. 1921.

O autor traça, nessa crônica, cenas da vida de um fazendeiro que busca curar o tédio, quando a alma se trancava na vida da cidade, ou na convivência de sua criação.

1. COSTUMES - TRADIÇÕES SERTANEJAS.

2. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

3. PARAÍBA - LITERATURA - VAQUEIRO NORDESTINO.

4. PECUÁRIA SERTANEJA.

[029]

ALMEIDA, José Américo de.  O invisível.  O Cruzeiro, Rio de Janeiro, dez. 1957.

O artigo conta uma viagem empreendida por José Américo até Manaus, como também as aventuras pela qual ele foi obrigado a passar.

1. AMAZÔNIA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

2. HISTÓRIA DO BRASIL - AMAZÔNIA.

3. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

4. VIAGENS - AMAZÔNIA.

[030]

ALMEIDA, José Américo de.  O morto-vivo.  Era Nova, João Pessoa, ano 1, nº 3, 1º mai. 1921.

O autor comenta sobre um acidente fatal envolvendo um chofer que foi encontrado no automóvel em atitude composta. A crônica relata o ponto de vista do autor a respeito da morte e dos vários costumes adotados pelos citas e egípcios sobre os mortos.

1. CRÔNICAS - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

2. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

3. PARAÍBA - LITERATURA.

[031]

ALMEIDA, José Américo de.  O phantasma da glória.  Era Nova, João Pessoa, ano 7, nº 4, 15 maio 1921. Quinzenal.

O autor relata, em seu texto, a questão sobre política internacional, e fala sobre Guilherme de Hohenzollern que elegeu o Brasil, especialmente Mato Grosso, para terra de seu exílio.

1. BRASIL - POLÍTICA INTERNACIONAL.

2. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

3. MATO GROSSO - POLÍTICA.

4. POLÍTICA INTERNACIONAL - HOHENZOLLERN.

[032]

ALMEIDA, José Américo de.  O tonel das danaides.  Era Nova, João Pessoa, ano 1, nº 2, 15 abr. 1921. Quinzenal.

O artigo traça o tipo caricato do seringueiro. Os dedos pesado de anéis, o chile desabado, a cadeia do relógio grossa como um punho circulando o abdomem, a bengala de muirapinima encastoada em ouro.

1. AMAZÔNIA BRASILEIRA - O SERINGUEIRO.

2. BRASIL - TIPOS E ASPECTOS - AMAZÔNIA.

3. GEOGRAFIA DO BRASIL - O SERINGUEIRO.

4. O SERINGUEIRO - DESCRIÇÃO.

5. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

[033]

ALMEIDA, José Américo de.  O veto.  Era nova, João Pessoa, ano 2, nº 21, 15 fev., 1922.

O artigo tece comentários sobre o veto do Presidente da República ao orçamento da despesa, acrescentando "que pouco nos monta a controvérsia suscitada sobre a legitimidade do veto".

1. BRASIL - HISTÓRIA POLÍTICA.

2. FINANÇAS PÚBLICAS - BRASIL.

3. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

4. POLÍTICA BRASILEIRA - ADMINISTRAÇÃO.

[034]

ALMEIDA, José Américo de.  Os que se foram.  Era Nova, João Pessoa, ano 1, nº 10, 15 ago. 1921. Quinzenal.

O autor diz, nesse artigo, que as letras nacionais têm sido desfalcadas, recentemente, de valiosos ornamentos, sumiram-se na mesma esteira da imortalidade uns poucos de espírito de magnífica realização estética. A prosa perdeu um de seus mais idôneos representantes entre eles: Paulo Barreto e Pedro Lessa. A obra de João do Rio não lhe subsistirá, cultivou ele muitos gêneros literários: a crônica social editada em cerca de 10 volumes; O Conto Dentro da Noite, A Mulher e os Espelhos e Rosário de Ilusão.

1. BARRETO, PAULO - CRÍTICA LITERÁRIA.

2. LESSA, PEDRO - CRÍTICA LITERÁRIA.

3. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

4. PARAÍBA - LITERATURA.

[035]

ALMEIDA, José Américo de.  Pae e filha.  Era Nova, João Pessoa, ano 1, nº 18, 25 dez. 1921. Quinzenal.

O autor ressalta no artigo a impressão estética do soneto Rito Pagão, da autora Rosalina Coelho Lisboa, citando outros sonetos como Invocação, A Meu Pae, Meio Dia. Para José Américo essa produção poética é uma paisagem rica de verdade, de cor e de movimento; São Luiz é uma evocação histórica, entre outros.

1. LISBOA, ROSALINA COELHO - POESIA.

2. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

3. PARAÍBA - LITERATURA.

4. POESIA - LISBOA, ROSALINA COELHO.

[036]

ALMEIDA, José Américo de.  Parahyba do norte.  Era Nova, João Pessoa, s.d. Quinzenal.

O autor nos dá uma visão ampla sobre a cidade Parahyba, nas áreas de agricultura, citando suas riquezas. Na parte da educação cita alguns de nossos colégios, e na cultura nos discorre sobre vários intelectuais da época, como: Carlos Dias Fernandes, Álvaro de Carvalho, Pedro Anísio etc.

1. CARVALHO, ÁLVARO DE.- CRÍTICA LITERÁRIA.

2. EDUCAÇÃO - MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA.

3. FERNANDES, CARLOS DIAS - CRÍTICA LITERÁRIA.

4. JOÃO PESSOA - AGRICULTURA.

5. MONSENHOR PEDRO ANÍSIO - CRÍTICA LITERÁRIA.

[037]

ALMEIDA, José Américo de.  Pareço-me comigo. O Cruzeiro, Rio de Janeiro, nº 40, p. 25, jul. 1957.

Neste artigo José Américo fala sobre o carnaval de rua do Rio de Janeiro, dos foliões e mascarados. Conta ele que sentiu vontade de se misturar com o povo para sentir e ver melhor as coisas de perto. Estava com medo de ser reconhecido, e aí um fato interessante acontece; um folião diz ser ele parecido, com José Américo. Este é o motivo porque seu artigo se chama Pareço-me comigo.

1. CARNAVAL - RIO DE JANEIRO.

2. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

3. RIO DE JANEIRO - CARNAVAL - CRÔNICAS.

[038]

ALMEIDA, José Américo de.  Pobre dos ricos.  O Cruzeiro, Rio de Janeiro, nº 45, p. 35, ago.1957.

O artigo trata da história de um pequeno agricultor que trabalhava bastante e lutava contra as pragas que sempre apareciam na sua plantação. Estava sempre pedindo a Deus uma melhoria de vida até que, chegada a guerra, esse dia tão esperado aconteceu. As coisas começaram a subir, o algodão subiu de cotação e sua safra fora uma das maiores. Só que, quando se viu com tanto dinheiro, as preocupações começaram a aparecer. Então tocou fogo em todo o dinheiro. Só assim se sentiu aliviado e começou a dormir bem novamente.

1. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

2. PARAÍBA - LITERATURA.

[039]

ALMEIDA, José Américo de.  Política.  O Cruzeiro, Rio de Janeiro, nº 11, .50 e 138, dez. 1957.

A crônica de José Américo, "A Política", é um relato que ele faz sobre sua trajetória na vida pública. Fala das aclamações que recebeu, emocionado, do povo paraibano, quando entregou o cargo de Governador da Paraíba, mas, refere-se, sobretudo, a uma possível volta à política, que nessa época estava afastado, se a Nação ou mesmo a Paraíba precisasse realmente dos seus serviços, afirma o autor.

1. BRASIL - HISTÓRIA POLÍTICA - PARAÍBA.

2. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

3. PARAÍBA - HISTÓRIA.

4. POLÍTICA - BRASIL - PARAÍBA.

[040]

ALMEIDA, José Américo de.  Redivivo.  Era Nova, João Pessoa, ano 2, ano 3, n.42, 23, mar. 1923. Quinzenal.

O texto fala sobre a vida e a morte do ilustre patrício Ruy Barbosa, e nele o autor expressa todo seu sentimento pelo seu falecimento. Comenta que Rio Branco reivindica territórios, dilatou nossa geografia e Ruy Barbosa lega-nos um patrimônio espiritual tão grande que alarga o Brasil além de suas fronteiras.

1. BARBOSA, RUY - BIOGRAFIA.

2. BIOGRAFIA - BARBOSA, RUY.

3. CULTURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

4. LITERATURA BRASILEIRA - BARBOSA, RUY

5. LITERATURA PARAIBANA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

[041]

ALMEIDA, José Américo de.  Reflexões de uma cabra.  Era Nova, João Pessoa, ano 2, nº 34, out. 1921. Quinzenal.

O autor, na época colaborador da revista Era Nova, remeteu sua novela Reflexões de Uma Cabra a alguns dos escritores nacionais que poderia interessar-se por literatura regionalista. Contém conceitos de: Afrânio Vasconcelos, Farias Neto Sobrinho, Luiz da Câmara Cascudo, Olívio Montenegro, entre outros.

1. CRÍTICA LITERÁRIA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

2. LITERATURA PARAIBANA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

3. PARAÍBA - REGIONALISMO - CASCUDO, LUIZ DA CÂMARA.

4. REGIONALISMO - PARAÍBA.

5. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

[042]

ALMEIDA, José Américo de.  Roupa suja.  O Cruzeiro, Rio de Janeiro, nº 46, p.83, ago. 1957.

José Américo, em sua crônica, Roupa Suja, fala um pouco sobre o período do Estado Novo e de sua situação na época. Refere-se a uma discussão. Descrevendo, no final, uma viagem que fez para Juiz de Fora, e quando o ônibus em que viajava foi revistado por um agente de polícia que mandou todos abrirem as malas. José Américo foi o único que se recusou e conseguiu, enfim, convencer o policial a deixar todos seguirem.

1. BRASIL - ESTADO NOVO - HISTÓRIA.

2. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

[043]

ALMEIDA, José Américo de.  Santo também mente.  O Cruzeiro, Rio de Janeiro, nº 1, p. 89, out. 1957

Nesse artigo, o autor narra a sua experiência de viagem para Souza na época em que foi nomeado promotor do lugar. Desenvolve-se a narrativa em torno de uma confissão feita secretamente, surgindo um fato que aumentou a sua fé cristã.

1. AUTOBIOGRAFIA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

2. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

3. PARAÍBA - NARRATIVA DE VIAGENS - SOUZA.

4. SOUZA - PARAÍBA.

[044]

ALMEIDA, José Américo de.  Simeão Leal.  Era Nova, João Pessoa, ano 1, nº 17, 1 dez. 1921. Quinzenal.

O artigo diz que se o valor humano é medido pela pureza e eficiência das ações, no emprego da utilidade social, o espírito de Semeão Leal soube compreender e glorificar a vida.

1. BIOGRAFIA - LEAL, SIMEÃO.

2. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

3. PARAÍBA - CULTURA.

[045]

ALMEIDA, José Américo de.  Sonetos célebres.  Era Nova, João Pessoa, ano 1, nº 7, 11 jul. 1921. Quinzenal.

O autor faz críticas sobre algumas poesias de ilustres poetas, como: Guerra Junqueiro, Camillo Castello Branco, etc. E ainda temos a contribuição de um poeta paraibano, sr. Rodrigues de Carvalho. Ele descreve sobre o conteúdo e composição de cada poesia no texto apresentado.

1. BRANCO, CAMILLO CASTELO. - CRÍTICA LITERÁRIA.

2. CRÍTICA LITERÁRIA - POESIA.

3. JUNQUEIRO, GUERRA - CRÍTICA LITERÁRIA.

4. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

5. PARAÍBA - LITERATURA.

[046]

ALMEIDA, José Américo de.  Tota pulchra.  Era Nova, João Pessoa, ano 1, nº 9, 1º ago. 1921. Quinzenal.

Comenta, o artigo, a festa de Nossa Senhora das Neves. A padroeira da cidade foi o símbolo da paz, o cimento da aliança dos tabajaras com os portugueses. A nossa festa tem uma dupla significação de piedade e de patriotismo, finaliza o artigo.

1. DIVERTIMENTO PÚBLICO - JOÃO PESSOA.

2. FESTA DAS NEVES - JOÃO PESSOA.

3. FOLCLORE - FESTA DAS NEVES.

4. HISTÓRIA DA PARAÍBA - FESTAS.

5. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

[047]

ALMEIDA, José Américo de.  Um mergulho no abismo.  O Cruzeiro, Rio de Janeiro, nº 8, p. 35, dez. 1957.

Desenvolve-se a história, após a viagem feita por José Américo para socorrer as vítimas da seca, com a queda do avião Savoia - Maccheti, ele foi projetado para o fundo do mar juntamente com Antenor Navarro que ficou dentro do avião como prisioneiro da morte. De toda esta tragédia uma coisa fiquei sabendo, afirma o autor: “é mais fácil encarar a morte do que encarar a vida.”

1. HISTÓRIA DA PARAÍBA - ANOS 50.

2. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

3. NAVARRO, ANTENOR - MORTE.

4. NORDESTE - SECAS.

5. PARAÍBA - HISTÓRIA.

[048]

ALMEIDA, José Américo de.  Uma apresentação errada.  O Cruzeiro, Rio de Janeiro, nº 42, ago. 1957.

O artigo trata de uma visita inesperada que um amigo faz a José Américo com o intuito de apresentar-lhe um político influente.

1. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

2. PARAÍBA - POLÍTICA.

[049]

ALMEIDA, José Américo de.  Voltei por outros caminhos.  O Cruzeiro, Rio de Janeiro, nº 44, p. 51, ago. 1957.

O artigo narra a volta de José Américo ao Ministério da Viação em 1952, como auxiliar do Presidente Getúlio Vargas. Conta como foi essa segunda experiência que despertou tantos comentários. Fala sobre a facilidade com que o autor aceitara o convite. Contém referências sobre a situação política da época e do esforço na tentativa de poupar a vida do Presidente.

1. BRASIL - MINISTÉRIO DA VIAÇÃO, 1952.

2. GOVERNO - BRASIL, 1952.

3. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

4. POLÍTICA - BRASIL, 1952 - VARGAS, GETÚLIO.

[050]

ALMEIDA, José Américo de.  O contador de histórias.  O Cruzeiro, Rio de Janeiro, nº 52, p. 50, out. 1957.

O autor relata, em sua crônica, algumas características do amigo José Lins do Rego, desde quando o conheceu na Faculdade de Direito do Recife. Relembra passagens de sua convivência com ele, da sua grande amizade e do seu jeito irrequieto. Comenta alguns de seus livros, como também faz elogios ao amigo, terminando com uma breve narração sobre sua morte.

1. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.             

2. LITERATURA PARAIBANA - REGO, JOSÉ LINS DO.

3. PARAÍBA - LITERATURA CONTEMPORÂNEA.             

4. REGIONALISMO - PARAÍBA - REGO, JOSÉ LINS DO.

5. REGO, JOSÉ LINS DO.- ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

1.2. Folhetos

[051]

ALMEIDA, José Américo de.  Ad. imortalitaten.   João Pessoa, A  Imprensa, 1967. 38p. (discurso)

Esta publicação apresenta discursos de homens que fizeram época como o de José Américo de Almeida e Alceu de Amoroso Lima (Tristão de Ataíde). Penetro Nesta Casa Como Quem Acha O Seu Lugar, foi o discurso de posse de José Américo de Almeida na Academia de Letras, no dia 28 de janeiro de 1967, contendo os seguintes sub-títulos: A Sombra de 1930, Como Me Fiz Romancista, A Galeria Insigne, Os Problemas do Mundo, Liberdade de Expressão, Homenagem Final. Contém o diagnóstico da situação brasileira que lhe serviu de referência e de sua contribuiçào ao momento histórico. Alceu de Amoroso Lima retrata o homem de letras e o homem público no discurso de recepção do acadêmico José Américo, intitulado: O Criador de Um Novo Estilo.

1. ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

2. HISTÓRIA DO BRASIL - ESCRITORES.

3. LITERATURA BRASILEIRA - DISCURSOS.

4. PARAÍBA - LITERATURA.

[052]

ALMEIDA, José Américo de.  Graça Aranha: o doutrinador.  João Pessoa: UFPB, 1968. 28p. (ensaio)

Essa coleção de trechos em prosa vão além de um comentário crítico-biográfico sobre a obra e o autor de Canaã e Estética da Vida. É a revelação de um dos mais poderosos escritores brasileiros do nosso tempo, a construção das fontes criadoras que marcaram uma época em nossa literatura.

1. BIOGRAFIA - ARANHA, GRAÇA.

2. CANÃA - ARANHA, GRAÇA.

3. CRÍTICA LITERÁRIA - ARANHA, GRAÇA.

4. ESTÉTICA DA VIDA - ARANHA, GRAÇA.

5. LITERATURA BRASILEIRA - ENSAIO.

[053]

ALMEIDA, José Américo de.  Ocasos de sangue. 2 ed.  João Pessoa, O Momento, s. d. 46 p. (coletânea).

O folheto é uma coletânea de três artigos sobre a morte do então Presidente da República, Getúlio Vargas, dividido em três partes: Esta Madrugada entrou na História; o segundo, Virgílio de Melo Franco, em que o autor conta sobre a sua vida; e o terceiro comenta a morte de João Pessoa, que ele escreveu sob o título Tem a Vida Muitos Mistérios.

1. A VIDA TEM MUITOS MISTÉRIOS - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

2. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - HISTÓRIA DO BRASIL.

3. ESTA MADRUGADA ENTROU NA HISTÓRIA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

4. FRANCA, VIRGÍLIO DE MELO. - HISTÓRIA DO BRASIL.             

5. LITERATURA BRASILEIRA - COLETÂNEA.

1.3. Livros

[054]

ALMEIDA, José Américo de. 1945.  Rio de Janeiro: Epasa, 1945. 191 p. (livro)

O livro 1945 trata dos principais eventos ocorridos nesse ano, descritos por José Américo. 1945 marca a deposição do Presidente Getúlio Vargas, após o término da 2ª Guerra Mundial. Em plena maturidade, o autor afirma que o problema nacional é menos político do que moral. Foi o primeiro político a proclamar a crise moral que lavrava fundo na consciência nacional.

1. LITERATURA BRASILEIRA - ENTREVISTA.

2. BRASIL - POLÍTICA NACIONAL - 1945.

3. EDUCAÇÃO E ESTADO - BRASIL.

4. HISTÓRIA DO BRASIL - CONSPIRAÇÃO - ESTADO NOVO.             

5. HISTÓRIA DO BRASIL - REVOLUÇÕES - 1945.

[055]

ALMEIDA, José Américo de.  A bagaceira.  10 ed.  Rio de Janeiro: José Olympio, s. d. 173 p. (romance)

Retrata a tragédia social do povo paraibano provocada pelos horrores da seca. A Bagaceira tem papel importante na literatura brasileira por ter introduzido o romance regionalista. Apresenta, com exatidão, a linguagem popular do povo paraibano, sua história e suas tradições, revelando, através da literatura, a tragédia dos retirantes expulsos pela seca.

1. ANTROPOLOGIA CULTURAL - PARAÍBA.

2. DIALETOLOGIA - LINGUAGEM POPULAR.

3. LINGUAGEM POPULAR - PARAÍBA.

4. LITERATURA BRASILEIRA - ROMANCES.

5. LITERATURA PARAIBANA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

[056]

ALMEIDA, José Américo de.  A palavra e o tempo: (1937-1945-1950)  2ª ed.  Rio de Janeiro. José Olympio, FCJA, 1985. 324p. (Coleção Documentos Brasileiros, 150) (discursos)

A Palavra e o Tempo é um testemunho histórico de valor autobiográfico, porque traça algumas facetas do temperamento do autor, apresentando três etapas do panorama político entre 1930 e 1951. Na 1ª fase, que precedeu a ditadura do Estado Novo (1937-1945), José Américo é candidato a Presidente da República. Na 2ª fase de (1945-1946) defende a candidatura Eduardo Gomes e na 3ª de (1945-1950), no período constitucional, o autor aparece como líder no Senado. A política é a fase mais expressiva, revelando com clareza aspectos psicológicos dos procedimentos do autor.

1. BRASIL - POLÍTICA - ANOS 1930-1950.

2. BRASIL - POLÍTICA - ENSAIOS - CONFERÊNCIAS.

3. LITERATURA BRASILEIRA - ENSAIOS.

4. PARAÍBA - LITERATURA.             

5. PARAÍBA - POLÍTICA.

[057]

ALMEIDA, José Américo de.  A Parayba e seus problemas.  2ª ed.  Porto Alegre, Globo, 1937. 290 p. (livro)

Trata-se de uma monografia sobre a Paraíba, contendo um levantamento bibliográfico extensivo com base na historiografia paraibana, apresentando uma análise profunda dos aspectos sociais, econômicos, políticos, históricos e geográficos do povo paraibano, revelando as qualidades e o espírito de luta do sertanejo. Contém ainda informações importantes que analisam a situação econômica na década de 20.

1. ANTROPOLOGIA - SOCIOLOGIA DA PARAÍBA.

2. BRASIL - PARAÍBA.

3. ECONOMIA - PARAÍBA.

4. GEOGRAFIA - HISTÓRIA DA PARAÍBA.

5. GEOGRAFIA AGRÍCOLA - GEOGRAFIA ECONOMICA - ASPECTOS.

[058]

ALMEIDA, José Américo de.  Coiteiros. 2ª ed.   Rio de Janeiro: INL, 1971. 150 p. (romance)

Narra fatos e flagrantes, dando uma visão do que seja o sertão, seus costumes, enfocando também a seca do Nordeste brasileiro e o cangaço. O cangaço era um protesto contra os fazendeiros que controlavam toda produção agrária. Os coiteiros eram pessoas que acolhiam esses cangaceiros em suas casas, como Vilarim Antônio, o fazendeiro que se tornou coiteiro protegendo o cangaceiro Sexta-feira, para defender a vida de Roberto, noivo de sua filha Dorita. A morte de Dorita encerra o romance, depois de uma confissão entre cangaceiros e assaltantes comandados por Roberto.

1. BRASIL - NORDESTE - SECAS.             

2. CANGACEIRISMO - NORDESTE.             

3. LITERATURA - PARAIBANA - CANGACEIRISMO.

4. NORDESTE - SECAS - LITERATURA.

5. PARAÍBA - SECAS - LITERATURA.             

[059]

ALMEIDA, José Américo de.  Discursos de seu tempo. 3 ed.  João  Pessoa: Iterplan, s. d. 278 p. (discursos)

Apresenta uma abordagem crítica por Virginius da Gama e Melo. Os discursos tratam de vários assuntos: RELIGIÃO, DIREITO, MOVIMENTO ACADÊMICO, TECNOLÓGICO, UNIVERSITÁRIO, POLÍTICO, TELÚRICO E REGIONAL a saber: Saudação a N. S. de Fátima, Um Obreiro de Deus, O Direito: Pluralidade das Profissões, Epitácio Pessoa Força e Sentimento, Alceu Amoroso Lima, Augusto dos Anjos, A Caridade e a Técnica, Instalação da Universidade da Paraíba, Organização Universitária, Outra Política da Terra, A Revolução de Março e Seus Antecedentes Históricos, Cidadão Campinense, Cidadão de Cajazeiras, Cidadão de Patos, Dois Estados Irmãos, Cidadão Cearense, Cidadão de Fortaleza. Apesar da diferença dos temas, esses discursos constituem caminho certo para o conhecimento da visão do autor quanto às idéias de liberdade, religiosidade e política.

1. BRASIL - PARAÍBA- POLÍTICA E GOVERNO.

2. HOMEM NA LITERATURA - ANJOS, AUGUSTO DOS. 1962.

3. HOMEM NA LITERATURA - DUMONT, SANTOS. - PESSOA, EPITÁCIO.

4. LITERATURA PARAIBANA - MELO, VIRGÍNIUS DA GAMA.

[060]

ALMEIDA, José Américo de.  Eu e eles.  Rio de Janeiro: Nosso Tempo. s.d. 253 p. (memórias).

Acontecimentos que se destacaram na vida do autor, contendo confissões, conferências e depoimentos acerca de Augusto dos Anjos, Epitácio Pessoa, José Lins do Rego, Graça Aranha, João Cabral de Melo Neto, Getúlio Vargas e Assis Chateaubriand. Nos quatro primeiros capítulos: Uma Súmula de Vida, Um Mergulho no Abismo, Lembro-me de 37 e A Restauração Democrática contêm dados autobiográficos, por conta da atuação como advogado, Procurador do Estado, Secretário do Presidente João Pessoa e Chefe da Revolução de 30, no Nordeste. Contêm ainda discursos de sua Companha à Presidência da República - 1937, o da Academia Brasileira de Letras e a Conferência pronunciada no Cinqüentenário de Augusto dos Anjos.

1. LITERATURA BRASILEIRA - MEMÓRIAS.

2. MOVIMENTO MODERNISTA - PARAÍBA.

3. PARAÍBA - BIOGRAFIA.

4. PARAÍBA - MOVIMENTO MODERNISTA.

5. REVOLUÇÃO DE 1930 - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

[061]

ALMEIDA, José Américo de.  O ano do nego. 2ª ed.  João Pessoa, A União, 1978. 233 p.(memórias)

Desenvolve-se a narrativa durante a época da Revolução de 1930 no Nordeste, de que participou o autor, Antenor Navarro, Juarez Távora, Juracy Magalhães e outros. Retrata acontecimentos políticos e históricos importantes para a Paraíba, como a morte de João Pessoa na Confeitaria Glória, no Recife. Contém traços da vida de João Dantas, João da Mata e José Pereira; fazem referências aos locais onde se desenrolaram esses fatos.

1. HISTÓRIA DO BRASIL - 1930.             

2. LITERATURA BRASILEIRA - ENSAIO CRÍTICO BIOGRÁFICO.

3. LITERATURA BRASILEIRA - MEMÓRIAS.

4. MEMÓRIAS - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

[062]

ALMEIDA, José Américo de.  O boqueirão.  Rio de Janeiro: José Olympio, 1985. 205 p. (novela)

Retrata os anos vinte. Descreve o drama social que se desenvolve em torno de uma barragem construída a partir da presidência de Epitácio Pessoa, por técnicos e firmas norte-americanas. O autor centraliza o enredo sobre o choque de culturas na região sertaneja de tradicão patriarcal e fechada, colocando as obras contra as secas como um fator importante para o desenvolvimento regional por trazer luz elétrica, economia assalariada, emancipação da mulher, automóvel e outras inovações da época. Considera o impacto causado pela paralização das obras contra as secas, determinada pelo Governo Federal.

1. LITERATURA BRASILEIRA - ROMANCES.

2. LITERATURA PARAIBANA - NOVELA.

3. NORDESTE - SECAS.

4. PARAÍBA - LITERATURA.

[063]

ALMEIDA, José Américo de.  O ciclo revolucionário do Ministério da Viação. 2ª ed.  Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1934. 462 p. (Coleção Mossoroense) (relatório)

Editado pela primeira vez, analisando a atuação sócio-econômica e histórica do Ministério da Viação. Essa nova impressão retrata o período pós-Revolução de 1930. O autor procura registrar em cartas, balanços financeiros e administrativos, discursos e projetos de decreto sua trajetória pelo Ministério da Viação, retratando hábitos e costumes daquela época. Apresenta ainda uma relação de acontecimentos ocorridos durante a sua gestão no Ministério.

1. ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - BRASIL PÓS - 1930.

2. BRASIL - MINISTÉRIO DA VIAÇÃO - ESTUDO SÓCIO-ECONÔMICO - ANOS 30.

3. HISTORIA - PÓS REVOLUÇÃO DE 1930.

4. MINISTÉRIO DA VIAÇÃO - ANOS 30.

5. PARAÍBA - ANOS 30.             

[064]

ALMEIDA, José Américo de.  Quarto minguante.  João Pessoa, Iterplan, 1975. s.d. 89 p.

Este folheto trata de uma coletânea de versos, escrito por José Américo de Almeida, o qual seria o seu primeiro livro de poemas. O título desta obra define um sentimento poético, não como adesão provisória e sim como rejuvenescimento de uma alma perpetuamente criadora. Consta dos seguintes poemas: Quadras de Minha Quadra, A Rede, ?, Toada do Vagabundo Sem Dinheiro, Lua, Meu Rastro, Minha Estrela, Milagre, A Árvore da Ciência, Um Flamboyant Que Escureceu Meu Telhado, O Homem de Folha, Augusto dos Anjos, Colegas de Ano, Ordenação, A Nuvem Comovida, O Hino da Morte, Elegia, A Felicidade, A Única Voz, Carnívoro, Areia, A Dança do Eito, Infância, Brinquedo, Boi de Osso, Os Chocalhos, O Cordeiro, Uma Asa Que Não Voou, Chuva com Sol, Ode ao Urubu, Brincando de Esconder, Ponto Final, Mar Generoso, A Estrela do Mar, Um Sol Nascendo das Águas, Migração, O Sabiá, Bentevi, O Sopro Final, A Vida e a Morte.

1. LITERATURA BRASILEIRA - POESIAS.

2. PARAÍBA - LITERATURA.

3. POESIA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

[065]

ALMEIDA, José Américo de.  Reflexões de uma cabra.  Rio de Janeiro: INL, 1971. 151 p. (novela)

Novela publicada em 1922. José Américo publicou seu primeiro livro de memórias. Nessa época realizava-se, em São Paulo, a Semana da Arte Moderna. Novela satírica, de enredo ficcionista, contendo através do deboche com a cabra, uma crítica política, ou melhor uma paródia dos horrores da seca de 1903.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - MODERNISMO.

2. HUMOR - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

3. LITERATURA BRASILEIRA - NOVELAS.             

4. MOVIMENTO MODERNISTA - PARAÍBA.             

[066]

ALMEIDA, José Américo de.  Secas do Nordeste. 2ª ed.   João Pessoa; FCJA, 1991. (relatório)

Em exposição apresentada à Câmara dos Deputados, como Ministro da Aviação e Obras Públicas, é esta publicação de José Américo que enfoca, com mais propriedade, a problemática das secas do Nordeste. Nesse depoimento o autor descreve a realidade do semi-árido nordestino. Foi publicada em 1953, sete anos antes de ser criada a SUDENE. É a favor da formação de uma equipe multidisciplinar que analise as secas e apresente alternativas de solução para o Nordeste.

1. BRASIL - POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO - NORDESTE - SECAS.

2. NORDESTE - SECAS.

3. PARAÍBA - SECAS.

4. POLÍTICA E GOVERNO - NORDESTE - SECAS.

5. SECAS - SUDENE - PARAÍBA.

[067]

ALMEIDA, José Américo de.  Sem me rir sem chorar.  João Pessoa, FCJA, 1984. 151 p. (crônicas)

O livro contém vinte e cinco crônicas publicadas na revista O Cruzeiro. Na primeira crônica, Homem de Letras, o escritor relembra a infância em Areia, vivida no engenho,. Florinda é a segunda publicação, uma história de assombração e crime;. Em História de um Beijo, recorda a Revolução de 1930; Pareço-me Comigo narra fatos da época em que ocupou o Ministério da Viação; a quinta crônica é intitulada Uma Apresentação Errada; Inferno Verde registra a viagem a Amazônia, antes da I Guerra Mundial; A Estréia Inacabada mostra-nos como foi sua vida como Promotor de Justiça; Pobre dos Ricos narra uma história que lhe contaram; Em Roupa Suja surge um homem político; Hospitalidade nos traz os pormenores sobre uma situação original; Vira-Casaca é de conteúdo político, onde aparece Getúlio Vargas com suas virtudes e defeitos; a décima segunda crônica, Um Drama em Tambaú, relembra a figura de João Pessoa; em Fiz um Presidente surge o estilo do cronista e do historiador; O Contador de Histórias mostra a importância da obra de José Lins do Rego; Santo Também Mente relata fatos do jovem Promotor de Justiça na comarca de Souza; Mensagem relembra a vida passada na casa de Tambaú; no décimo sétimo texto, Voltei Por Outros Caminhos, narra sua volta ao Ministério da Viação, em 1953; Extremos Que Se Tocam recorda a guerra civil paraibana; Velhos Troncos traz evocações dos valores da época; Boca de Praga relata a seca de 1932; As Crônicas, Caminhos da Sêca, Um Mergulho no Abismo, Diário de um Paroara, O Invisível e Política encerram essa coletânea de crônicas.

1. LITERATURA PARAIBANA - CRÔNICAS.

2. BRASIL - HISTÓRIA SOCIAL - USOS E COSTUMES.             

3. JORNALISMO - CRÔNICAS.             

4. CRÔNICAS - JORNALISMO.             

5. POLÍTICA BRASILEIRA - CRÔNICAS.              

2.Comentários Críticos de Vários Autores sobre José Américo

[068]

AGUIAR, Wellington. A casa de José Américo.  Correio da  Paraiba,  João Pessoa, 7 jan. 1982. Caderno Opinião.

Comentários sobre a vida e a obra de José Américo, que abriu muitos caminhos e inovou em certo momento o romance nacional, foi ministro, senador, governador e só não chegou à Presidência da República porque o Estado Novo trouxe as trevas da ditadura.

1. BIOGRAFIA - JOSÉ AMÉRICO DE ALMEIDA.

2. JOSÉ AMÉRICO DE ALMEIDA - BIOGRAFIA.

3. LITERATURA BRASILEIRA - BIOGRAFIA - JOSÉ AMÉRICO DE ALMEIDA.

[069]

AGUIAR, Wellington.  Centenário ilustre.  Correio da  Paraiba,  11 jan. 1987. Caderno Opinião 2.

No ano do centenário, o autor revela que José Américo ocupou muitos cargos e posições na vida, desde Secretário no governo de João Pessoa a Ministro e candidato à Presidência da República. Foi, também, Governador da Paraíba e Senador. Escrevendo A Bagaceira iniciou o romance regionalista brasileiro. Outra das maiores obras, A Paraíba e seus Problemas, é ponto de partida para o conhecimento dos grandes temas do Nordeste.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - BIOGRAFIA.             

2. BIOGRAFIA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

3. LITERATURA BRASILEIRA - PROBLEMAS SOCIAIS.              

4. PARAÍBA - LITERATURA.

[070]

AGUIAR, Wellington.  Glória que eleva, honra e consola.  Correio da Paraíba,  João Pessoa, 16 jan. 1983.

Criada pelo governador Tarcísio Burity, a antiga residência do grande paraibano se tornou sede da Instituição que traz o seu nome. José Américo, lá, se acha repousando ao lado de Dona Alice. O autor reproduz, nesse artigo, a mensagem escrita na lápide que recebe o ilustre casal.

1. BIOGRAFIA - JOSÉ AMÉRICO DE ALMEIDA.

2. FUNDAÇÃO CASA DE JOSÉ AMÉRICO - HISTÓRIA.             

3. JOSÉ AMÉRICO DE ALMEIDA - BIOGRAFIA.             

5. LITERATURA BRASILEIRA - MEMÓRIAS.             

[071]

AGUIAR, Wellington.  Loucura.  Correio da Paraíba.  João Pessoa. 5 ago. 1984.

Comentário crítico sobre o livro “Zé Américo foi Princeso no Trono da Monarquia”, diz que José Américo quis a morte de João Pessoa para afirmação de um complexo de Édipo, existente no romance “A Bagaceira”.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - PSICOLOGIA.             

2. HISTÓRIA - PARAÍBA.

3. LITERATURA PARAIBANA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

4. SOLHA, W. J. - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

[072]

AGUIAR, Wellington.  Um homem legendário.  Correio das Artes.  João Pessoa, 16 mar. 1980.

Considera o autor “A Paraíba e seus Problemas” uma obra ciclópica que teve sua primeira edição no longínquo ano de 1923. No corpo e no espírito trazia as características fundamentais do povo nordestino.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - A PARAÍBA E SEUS PROBLEMAS.             

2. GEOGRAFIA E HISTÓRIA DA PARAÍBA.

3. LITERATURA BRASILEIRA - SOCIOGRAFIA.             

4. PARAÍBA - SOCIOLOGIA.

[073]

ALBUQUERQUE, Chagas.  Filatelia e numismática. O centenário de José Américo.  A União,  João Pessoa, 18 de jan. 1987. Caderno Geral 14.

Lançamento de um selo, na Semana do Livro, em comemoração ao centenário desse que foi um dos mais ilustres paraibanos de todos os tempos, o ministro José Américo de Almeida.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - FILATELIA.             

2. CENTENÁRIO - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

3. FILATELIA.

[074]

ALVARENGA, Luiz.  O centenário de José Américo de Almeida.  O Popular,  Goiânia, 13 jan. 1987. Segundo Caderno.

O artigo revela passagens da vida política e literária de José Américo de Almeida, registrando nos anos 50, quando voltou para governar a Paraiba, a criação da Universidade, repetindo o que fizera antes quando criara a Escola de Agronomia de Areia. Registra, também, A Paraíba e seus Problemas, editado em 1923 como publicação voltada para o seu Estado, não se projetando país afora. A Bagaceira, publicada em 1928, segundo Otto Maria Carpeaux, é considerada a abertura de nova fase na história literária do Brasil.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - LITERATURA PARAIBANA.

2. LITERATURA BRASILEIRA - ROMANCES.

3. PARAÍBA - LITERATURA.

4. POLÍTICA - LITERATURA.

[075]

ALVES, Henrique L.  A Bagaceira.  Gazeta Esportiva,  s. l., 25 jul. 1967.

Retratando com exuberante categoria de estilo, marca o autor o instante inicial do grande ciclo do romance de 30. Alceu Amoroso Lima ao saudá-lo afirma: "este livrinho de um desconhecido pode ser colocado, com vantagem, ao lado dos maiores romances brasileiros. Pois não é apenas um grande livro nosso: é um grande livro humano".

1. CRÍTICA LITERÁRIA - A BAGACEIRA.

2. JOSÉ AMÉRICO DE ALMEIDA - A BAGACEIRA.

3. LIMA, ALCEU DE AMOROSO. - A BAGACEIRA.

4. LITERATURA BRASILEIRA - CRÍTICA LITERÁRIA.             

5. PARAÍBA - LITERATURA.             

[076]

ALVES, Henrique L.  José Américo centenário.  Leitura,  São Paulo, 5 nov. 1986 p. 12.

O artigo fala muito sobre José Américo, principalmente, como autor do famoso livro A Bagaceira, e da oportunidade de ser reconhecido nacionalmente, como também de entrar para a Academia Brasileira de Letras. Vários autores, como Alceu Amoroso Lima, dão o seu testemunho da importância dessa obra dizendo: "Como tendes de admintir que A Bagaceira já não é vossa. É de todos"...

1. CONTRIBUIÇÕES DE UM AUTOR EM OBRAS DE OUTRO OU COLETIVA - LIMA, ALCEU AMOROSO.

2. CRÍTICA LITERÁRIA - A BAGACEIRA.

3. LITERATURA BRASILEIRA - CRÍTICA LITERÁRIA.

4. LITERATURA PARAIBANA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

[077]

AQUINO, Aécio Vilar de.  Atualidade de um relatório sobre as "obras contra as secas''.  Correio das Artes, João  Pessoa, 03 jan. 1992.

O artigo de Aécio Villar de Aquino nos fala sobre os problemas da seca, enfocando o livro de José Américo de Almeida "A Paraíba e seus Problemas", que relata a seca com suas causas e conseqüências, trazendo também soluções para esse flagelo que atinge de modo tão desesperador o povo nordestino.

1. NORDESTE - SECAS.

2. PARAÍBA - SECAS.

3. SECAS - NORDESTE.

[078]

ARAÚJO, Fátima.  O VI seminário de cultura em sua segunda etapa.  A União,  João Pessoa, 12 jul. 1987.Jornal de  Domingo.

Relata a 2ª etapa do Seminário, promoção da Secretaria de Educação e Cultura do Estado da Paraíba, e a Universidade Federal da Paraíba, realizado na FCJA sobre o tema Ideologia, Política e Literatura. O objetivo é situar a obra de José Américo a níveis políticos, ideológicos, literários, com inflexões sobre as realidades regional e brasileira.

1. CULTURA PARAIBANA - SEMINÁRIOS.

2. PARAÍBA - LITERATURA.

3. SEMINÁRIOS - FUNDAÇÃO CASA DE JOSÉ AMÉRICO.

[079]

ARAÚJO, Maria de Fátima.  Um humanista autêntico.  O Norte,  João Pessoa, 14 mar 1980.

A autora faz referência, em seu artigo, sobre duas obras de José Américo de Almeida. Coiteiros e O Boqueirão, que, como ela mesma diz, foram apontadas pela crítica como novidades da técnica novelesca. Coiteiros, trata da desumanidade do cangaço e O Boqueirão, retrata o flagelo da seca no nordeste.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - COITEIROS - O BOQUEIRÃO.

2. BOQUEIRÃO - COITEIROS - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

3. COITEIROS - O BOQUEIRÃO - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

4. LITERATURA BRASILEIRA - CRÍTICA LITERÁRIA.

5. PARAÍBA - LITERATURA.

[080]

ATAÍDE, Tristão de.  O anti-macunaíma.  A União,  João Pessoa, 06 abr. 1980.

Trata-se de um texto de Tristão de Ataíde no qual o autor faz uma ressalva a José Américo como político e homem de letras. Enaltece A Bagaceira como precursora de uma literatura regionalista, bem nordestina, que ia mudar a poesia e à prosa e seria o facho literário da Nova Escola.

1. A BAGACEIRA - CRÍTICA LITERÁRIA.

2. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - A BAGACEIRA.             

3. CRÍTICA LITERÁRIA - A BAGACEIRA.              

4. LITERATURA BRASILEIRA - CRÍTICA LITERÁRIA.             

5. MODERNISMO BRASILEIRO - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

6. PARAÍBA - LITERATURA.

[081]

ATAÍDE, Tristão de.  Uma revelação.  A União,  João Pessoa, 10 mar 1980.

O autor do texto faz uma crítica ao livro A Bagaceira, de José Américo, ressaltando aspectos variados dos escritos desse ilustre escritor, enfatiza as secas do Nordeste e suas reais conseqüências.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - CRÍTICA LITERÁRIA.

2. LITERATURA BRASILEIRA - CRÍTICA LITERÁRIA.

3. LITERATURA PARAIBANA - A BAGACEIRA.

4. NORDESTE - GEOGRAFIA E CLIMA.

[082]

ATHAYDE, Austregésilo de.  Mestre e apóstolo de três gerações.  Jornal do Commércio,  2 mar. 1978.

Focaliza, em especial, a comemoração do cinqüentenário do aparecimento de A Bagaceira. Ao ser publicada a 1ª edição, em 1928, sentiu-se a explosão de valores que tratam de pessoas e fatos, tão rica de símbolos e realidade.

1. A BAGACEIRA - CRÍTICA LITERÁRIA.

2. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - A BAGACEIRA.

3. CRÍTICA LITERÁRIA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

4. LITERATURA BRASILEIRA - CRÍTICA LITERÁRIA.             

5. PARAÍBA - LITERATURA.

[083]

AUTRAN, Margarida.  A Bagaceira: a começar pelo título, um desafio aos ingleses.  O Globo,  Rio de Janeiro, 14 ago. 1978.

A autora comenta as dificuldades encontradas na tradução de A Bagaceira, considerando esse livro uma obra-prima no sentido geral da palavra e do valor cultural entre os dois países, Brasil e Inglaterra.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - A BAGACEIRA (em inglês).

2. INGLATERRA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

3. PARAÍBA - LITERATURA TRADUZIDA.

4. TRASH (A BAGACEIRA) - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

[084]

AVELLAR, José Carlos.  O homem de areia.  A União,  João  Pessoa, 9 nov. 1982. Artes. p. 10

Esse documentário biográfico se apresenta ao espectador como diálogo com José Américo. Ao mesmo tempo são citados  velhos livros, jornais e fotografias, para repor e organizar um pouco a história em que vivemos, desde antes de 30, analisando a Paraíba, e o Brasil do tempo de José Américo.

1. BIOGRAFIA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

2. HISTÓRIA SOCIAL - PARAÍBA

3. LITERATURA BRASILEIRA - HISTÓRIA SOCIAL.

[085]

AZEVEDO, Neroaldo Pontes.  Joaquim Inojosa: a Paraíba revisitada.  A União,  João Pessoa, 5 out. 1984.

Contém o texto comentários sobre a bibliografia do historiador Inojosa. Lembra que esse escritor em "Carta de um Estudante", publicada em A União, polemiza com José Américo de Almeida, ao discordar da hipótese dele na conferência "Poetas da Abolição", de que se poderia chegar ao socialismo evolutivamente.

1. BIBLIOGRAFIA - INOJOSA, JOAQUIM.

2. INOJOSA, JOAQUIM - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

3. PARAÍBA - HISTÓRIA - ESCRAVIDÃO.

4. POETAS DA ABOLIÇÃO - CONFERÊNCIA.

[086]

BARBOSA Filho, Hildeberto.  "José Américo e a cultura regional".  O Norte,  João Pessoa, 18 mai. 1983.

O autor, em José Américo e a Cultura Regional, destaca a abertura interdisciplinar que traz o livro e sua fertilidade no campo dos debates: histórico, jurídico, urbanístico, literário, lingüístico e folclórico, envolvendo cinco ensaios pertinentes às Ciências Sociais e quatro Teorias Literárias e Etnolingüística.

1. LINGÜÍSTICA - PARAÍBA.

2. LITERATURA BRASILEIRA - ENSAIOS.

3. LITERATURA PARAIBANA - JOSÉ AMÉRICO E A CULTURA REGIONAL.

4. PARAÍBA - LITERATURA.

[087]

BARBOSA FILHO, Hildeberto.  Cinco livros e um catálogo.  A União,  15 jul. 1987. Segundo Caderno.

O artigo literário de Hildeberto comenta a publicação de seis títulos, coincidindo com o centenário do grande escritor paraibano, entre eles: Antes que me Esqueça, publicado pela primeira vez em 1976 poderia ser definido como o volume inicial das maiores obras de José Américo. Outros tomos de suas memórias seriam Ocasos de Sangue (1954), O Ano do Nego (1968) e Eu e Eles (1970). Antes que me Esqueça, compreendendo Menino de Engenho, O Tio Padre e no Seminário, revela o analista  inteligente das contradições da alma humana. A Palavra e o Tempo retrata o orador político. Em Quarto Minguante temos o poeta, e na Cartilha de José Américo um instrumento pedagógico da literatura em José Américo.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - CRÍTICA LITERÁRIA.

2. CRÍTICA LITERÁRIA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

3. LITERATURA BRASILEIRA - ROMANCES.

4. PARAÍBA - LITERATURA.

[088]

BARBOSA FILHO, Hildeberto.  Dois Virgínius lendo José  Américo.  O Norte,  João Pessoa, 22 mar. 1987.

Comentário crítico apresentando como tema central dois artigos publicados por Virginius da Gama e Melo: O Equívoco José Américo I e O Equívoco José Américo II, apontando carência de modernidade e falta de criatividade em A Bagaceira. Contém, ainda, referências ao estudo de Luiz Tavares Junior, inseridas em José Américo e a Cultura Regional em torno da linguagem da liberdade, da submissão e da recriminação.

1. CRÍTICA LITERÁRIA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

2. GAMA E MELO, VIRGINIUS DA. - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

3. LINGUAGEM LITERÁRIA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

4. LITERATURA PARAIBANA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

5. TAVARES JR, LUIZ. - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

[089]

BARBOSA FILHO, Hildeberto.  Solha e o abismo entre a beleza e a inocência.  O Norte,  João Pessoa, 8 ago. 1984.

O autor comenta que Solha e o Descontrole do Imaginário abre as portas do festim ideológico, científico e estético, fazendo uma leitura honesta e objetiva do seu texto, procurando não cair nas costumeiras efusões narcisistas, desejando apenas ler o seu livro no interior crítico - sistemático, verificando as possibilidades ensaísticas estéticas e romanescas.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - LITERATURA PARAIBANA.             

2. IMAGINÁRIO - LITERATURA.

3. LITERATURA PARAIBANA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

4. PARAÍBA - LITERATURA.

[090]

BARBOSA, Jacinto.  José, José Américo, José Américo de Almeida.  O Momento,  João Pessoa, 10 jan. 1987. Segundo caderno.

O artigo assinala a comemoração, em Areia, dos 100 anos de nascimento do escritor e homem público chamado José Américo de Almeida, "Chamo-me José, José Américo para o uso e por completo José Américo de Almeida, como poderia ser Cabral, Vasconcelos, Coelho, Leal, Soares ou qualquer outro ramo da família", disse ele na apresentação do livro Antes que me Esqueça.

 

1. BIOGRAFIA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

2. LITERATURA BRASILEIRA - MEMÓRIAS - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

3. PARAÍBA - LITERATURA.

[091]

BITTENCOURT, Agnello.  "A Bagaceira": romance de José Américo de Almeida - 1928.  Estado do Amazonas, 3 jul, 1928.

Esse trabalho destaca a resignação do nordestino, a psicologia do matuto, o contexto social. É nesse ambiente que se desenrola a luta pela existência dessa gente do sertão.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - A BAGACEIRA.             

2. CRÍTICA LITERÁRIA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

3. LITERATURA BRASILEIRA - PROBLEMAS SOCIAIS.

4. PARAÍBA - LITERATURA.

5. ROMANCE NORDESTINO - PARAÍBA.

[092]

BRANCO, Carlos Castello.  O depoimento de José Américo.  Jornal do Brasil,  Rio de Janeiro, 31 jul. 1984.

Aspasia Camargo e sua equipe do CEPDOC publicam o terceiro volume da sua história oral, constante de entrevista com personagens da história contemporânea do país. Sob o título A Política e o Nordeste, incluem-se diálogos com José Américo e informações, documentos ou declarações de pessoas que com ele conviveram.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - POLÍTICOS.

2. HISTÓRIA DO BRASIL - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

3. NORDESTE - POLÍTICA.

4. PARAÍBA - POLÍTICA.

5. POLÍTICA BRASILEIRA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

[093]

CAMPOMIZZI FILHO.  Os cem anos de José Américo.  Estado de Minas Belo Horizonte,  3 fev. 1987.

O artigo faz reverência à memória de José Américo, lembrando a sua trajetória no campo político, à frente da pasta da Viação e Obras Públicas em favor do Nordeste, principalmente, no combate às secas. A publicação de A Bagaceira denuncia o drama das publicações carentes, seguindo outros livros, inclusive, abordando a temática do cangaço observado sob outro prisma.

1. A BAGACEIRA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

2. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - CRÍTICA E BIOGRAFIA.

3. BIOGRAFIA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

4. LITERATURA BRASILEIRA - MEMÓRIAS.

5. PARAÍBA - LITERATURA.

[094]

CÂNDIDO, Gemy.  José Américo de Almeida e a ideologia do regionalismo.  Correio das Artes,  João Pessoa, 03 jan. 1992.

Neste artigo o autor traça um perfil de José Américo, como também do romance regional. Cita A Bagaceira, dizendo que este romance "restaura a tradição regionalista da literatura brasileira que o movimento modernista de 1922 interrompera". Faz comentários sobre Reflexões de uma Cabra como uma magra novela de poucas páginas, ainda clássica na linguagem e no conteúdo. O artigo traz ainda algumas críticas a José Américo e elogios a sua "monumental monografia", como diz Gemy Cândido, A Paraíba e seus Problemas.

1. A BAGACEIRA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

2. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - LITERATURA PARAIBANA.

3. CONFISSÕES DE UMA CABRA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

4. LITERATURA BRASILEIRA - CRÍTICA LITERÁRIA.

5. NORDESTE - LITERATURA.

[095]

CARDOSO, J.  Música popular na seca.  A União,  João Pessoa, 29 set. 1983. (artigo)

Ruy Carneiro, então oficial de gabinete do ministro José Américo, amigo íntimo do acadêmico de medicina Joubert de Carvalho, pediu, que ele fizesse uma música, tendo por tema o drama social da seca. Assim, surgiu Maringá, dedicada a José Américo.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - MARINGÁ.

2. CARVALHO, JOUBERT DE. - MARINGÁ.

3. MARINGÁ - MÚSICA POPULAR.             

4. MÚSICA POPULAR - PARAÍBA.             

5. PARAÍBA - MÚSICA POPULAR.

[096]

CARTAXO, Rosilda.  Estrela.   Correio da Paraíba,  João Pessoa, 14 abr. 1992. Cultura e Lazer.

O texto comenta sobre a ação de D. Alice Almeida à frente da L.B.A. e da sua imparcialidade e modéstia no atendimento aos flagelados, citando uma Elegia do Imortal à esposa morta.

1. ALMEIDA, ALICE DE. - BIOGRAFIA.

2. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - FAMÍLIA.

3. BIOGRAFIA - ALMEIDA, ALICE DE.

4. FAMÍLIA DE JOSÉ AMÉRICO DE ALMEIDA - ESPOSA.             

5. LBA - PARAÍBA VOLUNTÁRIAS.

[097]

CARVALHO,  Álvaro Pereira de.  A  propósito  da  4ª  edição de            "A Bagaceira": um pouco de crítica.  A União,  João Pessoa, 21 nov. 1928.

O autor ressalta a admiração e a influência literária de Euclides da Cunha e Machado de Assis na obra de José Américo, comparando a palheta de Pedro Américo e a pena do escritor de A Bagaceira como as duas mais requintadas expressões da vida emocional da Paraíba.

1. A BAGACEIRA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

2. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - A BAGACEIRA.             

3. CRÍTICA LITERÁRIA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

4. CUNHA, EUCLIDES DA. - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

5. PARAÍBA - LITERATURA.

[098]

CARVALHO, Júnior Eugênio.  José Américo de Almeida.   A União,  19 jan. 1983. Caderno Especial p. 7.

Poema que resume momentos de espiritualidade, relembrando a convivência de José Américo com as árvores do seu pomar, como a do velho cajueiro.

1. LITERATURA BRASILEIRA - POESIAS - PARAÍBA.

2. PARAÍBA - LITERATURA.

3. POESIA PARAIBANA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

[099]

CARVALHO, Marly de.  La Bagacera.  A União,  13 ago., 1978.

Essa versão em Espanhol contém, em seu texto movimentos literários na América Latina, considerando o autor, José Américo, um escritor que assumiu o compromisso com a realidade, e isso significa conhecer a seca, a miséria, o êxodo.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - A BAGACEIRA.             

2. AMÉRICA LATINA - LITERATURA.

3. BRASIL - LITERATURA.

4. LITERATURA GERAL - AMÉRICA LATINA.             

5. PARAÍBA - LITERATURA.             

[100]

CASTRO, Ângela Maria Bezerra de.  Re-leitura de A Bagaceirauma aprendizagem de desaprender. Rio de Janeiro: José Olympio, 1987. 103 p.

A autora, nesse ensaio, ganhou o Prêmio José Américo de Almeida de Literatura 1987 no concurso que a Fundação Casa de José Américo de Almeida promoveu para premiar os melhores estudos sobre o famoso romance A Bagaceira. Apresentando a sua própria visão histórica, a ensaísta propõe uma crítica universal em que constam os elementos: estilísticos, psicológicos, sociológicos e ecológicos desse romance - marco.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - BIBLIOGRAFIA.

2. LITERATURA BRASILEIRA - HISTÓRIA - CRÍTICA.

3. LITERATURA PARAIBANA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. 1887 - 1980.

[101]

CAVALCANTI, A.  A Bagaceira.  A União,  João Pessoa, 7 mai. 1967.

Esse artigo comenta a mensagem nordestina feito romance e a linguagem cheia de belezas, e de protestos de A Bagaceira. Nesta nova tiragem, o Departamento Cultural da UFPB, homenageia o escritor nos seus 80 anos de nascimento. Contém comentários de M. Cavalcanti e Juarez Batista.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - A BAGACEIRA.

2. BATISTA, JUAREZ DA GAMA. - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

3. CRÍTICA LITERÁRIA - A BAGACEIRA.

4. LITERATURA BRASILEIRA - LINGUAGEM E ESTILO.

5. PARAÍBA - LITERATURA.

[102]

CAVALCANTI, Valdemar.  A Bagaceira.   Jornal Literário do Estado de Minas Gerais,  19 set. 1954.

Contém esse artigo comentários sobre o lancamento da oitava edição de A Bagaceira, apresentada pelo crítico literário Alceu A. Lima, com algumas considerações sobre esse livro que lançou os fundamentos de um novo tipo de romance regionalista.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - A BAGACEIRA.

2. CRÍTICA LITERÁRIA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

3. LIMA, ALCEU DE AMOROSO. - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

4. LITERATURA PARAIBANA - REGIONALISMO.             

5. PARAÍBA - LITERATURA REGIONALISTA.

[103]

CESAR, Chico.  Brasil precisa de um Ministério da Cultura.  O Norte,  João Pessoa, 15 out 1984. Caderno Geral p. 3.

O texto comenta sobre a presença em João Pessoa, do jornalista Joaquim Inojosa para lançar fac-similar de "Arte-Moderna". Divulgador do modernismo no nordeste, Inojosa lembra que esse movimento causou muita polêmica e que A Bagaceira criou aquela segunda fase do modernismo brasileiro.

1. A BAGACEIRA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

2. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - A BAGACEIRA.

3. CULTURA - MINISTÉRIO.

4. INOJOSA, JOAQUIM. - A BAGACEIRA.

5. LITERATURA BRASILEIRA - MOVIMENTO MODERNISTA.

[104]

CHACON, Valerié.  José Américo escritor.  O Norte, João Pessoa, 16 mar. 1980.

O artigo traz algumas considerações sobre José Américo de Almeida, citando Alceu Amoroso Lima, José Lins do Rego, quando eles fazem comparações de algumas obras do referido autor, evidenciando entre elas : A Bagaceira, Reflexões de uma Cabra, A Paraíba e seus Problemas.

1. LITERATURA BRASILEIRA - CRÍTICA LITERÁRIA.

2. LITERATURA PARAIBANA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

3. LITERATURA PARAIBANA - LIMA, ALCEU AMOROSO.

4. LITERATURA PARAIBANA - REGO, JOSÉ LINS DO.

5. PARAÍBA - LITERATURA.

[105]

CHACON, Vamireh.  O solitário de Tambaú.  Folha de São Paulo,  17 mar. 1980.

Nessa página o autor considera José Américo, um Euclides nordestino nato e condenado à fidelidade da terra. A Bagaceira é outro elo entre desespero da terra e esperança no mar, drama do retirante nordestino.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - CUNHA, EUCLIDES DA.

2. CUNHA, EUCLIDES DA. - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

3. LITERATURA PARAIBANA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

4. NORDESTE - LITERATURA.

5. PARAÍBA - LITERATURA.

[106]

CHIANCA, Victória. Bio-bibliografia de José Américo de Almeida.  João Pessoa, FCJA, 1987. 25 p.

Contém o folheto a trajetória histórica do biografado, sua atuação política e literária, apresentando a bio-bibliografia do autor de forma resumida.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - BIO-BIBLIOGRAFIA.

2. BIOGRAFIA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

3. LITERATURA BRASILEIRA - BIO-BIBLIOGRAFIA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

4. PARAÍBA - LITERATURA.

[107]

CHIANCA, Victória.  Biografia de José Américo de Almeida.  João Pessoa, FCJA, 1985. 34 p.

Contém o folheto o resumo da vida privada e política do autor, apresentando uma breve bibliografia a seu respeito.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - BIBLIOGRAFIA.

2. LITERATURA BRASILEIRA - BIOGRAFIAS.

3. LITERATURA PARAIBANA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

[108]

CORREIA NETO, Alarico.  A polêmica na cultura paraibana  A União, 8 ago. 1984.

Ao tocar no "intocável", Zé Américo foi Princeso no Trono da Monarquia é um livro que vem suscitando polêmica, considerado pelo próprio autor como um "ensaio com estrutura de romance policial, ou vice-versa", W. J. Solha revela o resultado de minucioso estudo crítico, cuja conclusão demonstra a semelhança da linha dramática de A Bagaceira, de José Américo de Almeida, com a de "Hamlet", de William Shakespeare.

1. A BAGACEIRA - HAMLET.

2. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - A BAGACEIRA.

3. CRÍTICA LITERÁRIA - A BAGACEIRA.

4. CULTURA PARAIBANA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

5. LITERATURA PARAIBANA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

[109]

COSTA, José de Oliveira.  Por uma interpretação de: as secas do nordeste.  Correio das Artes, João Pessoa, 03 de jan. 1982.

Este artigo, de autoria de José Américo de Oliveira Costa, tece comentários elogiosos à obra de José Américo de Almeida, As Secas do Nordeste, onde diz que "de todas as produções literárias é esta que traz com mais inteireza seu pensamento sobre a seca do Nordeste". 

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

2. NORDESTE - SECAS.             

3. PARAÍBA - SECAS.             

4. SECAS - NORDESTE.             

[110]

COSTA, Maria de Lourdes.  A bagaceira.  Gazeta Comercial, 7 mai. 1967.

Comenta a autora o lado social do romance, considerado pela crítica como um livro chave que abriu novos caminhos para a literatura de ficção deste século. Apresenta um estudo biográfico assinado por Juarez da Gama Batista e uma introdução de M. Cavalcanti Proença. Reproduz-se, ainda, no volume, a crítica dedicada ao romance por Tristão de Ataíde, em 1928, incluída no 3º volume dos Estudos desse autor.

1. BATISTA, JUAREZ DA GAMA. - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

2. BIOGRAFIA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

3. CRÍTICA LITERÁRIA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

4. LITERATURA BRASILEIRA - PROBLEMAS SOCIAIS.             

5. PARAÍBA - LITERATURA.

[111]

COUTINHO, Edilberto.  A Bagaceira, abre-alas do Modernismo.  Leitura,  São Paulo, 6 nov. 1987.

Lembrando o centenário de José Américo, o ensaio examina os vários sentidos e relata as várias leituras possíveis de A Bagaceira, o livro que iniciou o próspero período do Romance do Nordeste.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - MODERNISMO.

2. LITERATURA BRASILEIRA - ENSAIO.

3. MODERNISMO BRASILEIRO - PARAÍBA.

4. NORDESTE - LITERATURA.

5. PARAÍBA - LITERATURA.

[112]

COUTINHO, Edilberto.  A Bagaceira: um patrimônio em seu cinquentenário.  O Globo, Rio de Janeiro, 11 jun 1978.

Apresentando em sua estrutura várias linguagens, encontramos em A Bagaceira diversos níveis de leitura, com o uso do símbolo, da metáfora, da elipse, contendo os seus códigos um forte apelo à participação do leitor.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - A BAGACEIRA.

2. CRÍTICA LITERÁRIA - A BAGACEIRA.

3. LINGUAGEM DE A BAGACEIRA.

4. LITERATURA BRASILEIRA - LINGUABEM E ESTILO.

5. PARAÍBA - LITERATURA.

[113]

COUTINHO, Edilberto.  Adylla e Josés.  A União, João Pessoa, 18 ago. 1993.

O autor do artigo fala da escritora Adylla Rocha Rabello, uma atenta pesquisadora de nomes ilustres, como José Américo de Almeida e José Lins do Rego. Faz alusão a uma plaquete publicada pela Fundação Casa de José Américo, de autoria de Adylla, cujo título é Zé Américo e Zé Lins, Os meninos de Engenho se Encontram. O artigo traz, também, comentários sobre a série de crônicas que José Américo escreveu para O Cruzeiro com o nome Sem me ri sem chorar, como cita também seu livro de memórias Eu e Eles.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - RABELLO, ADYLLA ROCHA.

2. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - REGO, JOSÉ LINS DO.

3. LITERATURA BRASILEIRA - CRÍTICA LITERÁRIA.              

4. LITERATURA PARAIBANA - REGIONALISMO.

5. REGO, JOSÉ LINS DO. - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

[114]

COUTINHO, Edilberto.  Duas datas.  A União, João Pessoa, 9 set. 1992

O artigo trata de duas datas importantes no cenário cultural. Os 70 anos da estréia de José Américo de Almeida na literatura com Reflexões de uma Cabra, e os 60 anos da estréia de José Lins do Rego com Menino de Engenho.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - REFLEXÕES DE UMA CABRA.

2. CRÍTICA LITERÁRIA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - REGO, JOSÉ LINS DO.

3. LITERATURA BRASILEIRA - HISTÓRIA E CRÍTICA.

4. MENINO DE ENGENHO - REGO, JOSÉ LINS DO.

5. REGO, JOSÉ LINS DO. - MENINO DE ENGENHO.

[115]

COUTINHO, Edilberto.  Mestra Adylla.  A União, João Pessoa,  27 fev. 1993.

O autor, em seu artigo, trata sobre o relato feito pela Mestra Adylla Rabello, ao contar fatos relacionados com os dois Josés (Américo e Lins do Rego), onde a referida Mestra mostra a amizade desses dois grandes e ilustres escritores e comenta também sobre a série de crônicas que José Américo escreveu na revista O Cruzeiro, em 1957.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - REGO, JOSÉ LINS DO.

2. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

3. PARAÍBA - LITERATURA.

4. RABELLO, ADYLLA ROCHA - LITERATURA PARAIBANA.

5. REGO, JOSÉ LINS DO. - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

[116]

COUTINHO, Sônia.  A Bagaceira: há 50 anos o começo do ciclo nordestino.  O Globo, 15 fev. 1978.

Em comemoração ao cinquentenário de A Bagaceira, essa 15ª edição apresenta introdução crítica de M. Cavalcanti Proença, estudo de Gilberto Freyre, nota de Rachel de Queiroz, soneto de Odylo Costa Filho e o discurso de Tristão de Ataíde, quando José Américo tomou posse na Academia Brasileira de Letras.

1. CONTRIBUIÇÕES DE UM AUTOR EM OBRAS DE OUTRO OU COLETIVA. - ATAÍDE, TRISTÃO DE. - FREYRE, GILBERTO. - PROENÇA M. CALVACANTI.

2. LITERATURA PARAIBANA - DISCURSO.

[117]

CRISPIM, Luis Augusto.  Ascendino e José Américo.  O Norte,  João Pessoa, 12 jan. 1983.

Comenta o autor sobre a visita que fez à Fundação Casa de José Américo no momento em que Ascendino Leite fazia a doação de seu arquivo literário àquele órgão. Amigo de José Américo, Ascendino Leite manteve com ele uma correspondência freqüente. Junto com as cartas de José Américo fica, também, na Paraíba, o testemunho literário de toda uma vida devotada ao pensamento e às coisas do espírito.

1. ARQUIVO HISTÓRICO - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

2. FUNDAÇÃO CASA DE JOSÉ AMÉRICO - ARQUIVO HISTÓRICO.

3. LITERATURA PARAIBANA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

4. LITERATURA PARAIBANA - LEITE, ASCENDINO.

[118]

DANIEL, Herbert.  Investigações paraibanas.  A União,  João Pessoa, 8 ago. 1984.

Em Zé Américo foi Princeso no Trono da Monarquia, W.J. Solha utiliza uma técnica narrativa brilhante para demonstrar, na obra de José Américo, a tragédia do Édipo. O ensaísta desvenda o paralelismo entre a vida e a obra do autor de A Bagaceira com Hamlet. Há, no livro de Solha, verdadeira iluminações sobre a obra de José Américo de Almeida.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - SOLHA, W. J. - CRÍTICA LITERÁRIA.

2. CRÍTICA LITERÁRIA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - SOLHA, W. J.

3. PARAÍBA - CRÍTICA LITERÁRIA.

4. POLÍTICA PARAIBANA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

5. SOLHA, W. J. - CRÍTICA LITERÁRIA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

[119]

DUARTE, Waldemar.  Centenário de Zé Américo.  A União, João Pessoa, 21 mar. 1987. Opinião 2.

Comemoração do centenário de nascimento de José Américo, cognominado Ministro das secas, que revolucionou o Ministério de Viação e paternalizou o Nordeste. Comenta que toda a obra de José Américo e a revisão crítica de Angela Bezerra, detentora do Prêmio de Literatura José Américo, será objeto de estudos e debates.

1. CRÍTICA LITERÁRIA - BEZERRA, ÂNGELA.

2. CRÍTICA LITERÁRIA - PARAÍBA.

3. LITERATURA BRASILEIRA - MEMÓRIAS.

4. PARAÍBA - LITERATURA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

[120]

DUARTE, Waldemar.  José Américo e a cultura regional.  O Norte, João Pessoa, 7 jun. 1983. Segundo Caderno.

Coletânea de trabalhos dividida em duas seções: Ciências Sociais e Teoria Literária e Etnolíngüística. Na primeira seção vamos encontrar: Fundação Guimarães Duque e Bibliografia do semiárido nordestino; A presença do morador na sociedade nordestina; Geo-História e formação de cidades na Paraíba; A indústria da seca na Paraíba; José Américo e a campanha revisionista. Na segunda seção temos: A Bagaceira: a linguagem da liberdade, da submissão e da recriminação; A linguagem regional; Da linguagem: conceitos básicos e aplicações; Da literatura popular ao teatro de Ariano Suassuma.

1. CULTURA PARAIBANA - LITERATURA POPULAR

2. LITERATURA PARAIBANA - LINGÜÍSTICA.

3. LITERATURA BRASILEIRA - COLETANEAS.

4. PARAÍBA - CULTURA - REGIÃO.

[121]

DUARTE, Waldemar.  Literatura paraibana?  A União, João Pessoa, 10 fev. 1984. Opinião p.2.

Pergunta formulada em seminário, realizado na FCJA, como avaliação do que fora discutido naquele certame. Questiona a existência de uma literatura paraibana e afirma que ela existe como um desdobramento da literatura nacional, citando alguns valores isolados que se incorporaram à literatura brasileira como representantes nacionais. É o caso de José Américo de Almeida, José Lins do Rego e Augusto dos Anjos.

1.   LITERATURA BRASILEIRA - CRÍTICA LITERÁRIA.

2.   LITERATURA PARAIBANA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - REGO, JOSÉ LINS DO. - ANJOS, AUGUSTO DOS.

3.   PARAÍBA - LITERATURA.

[122]

FARIA, Octávio de.  A resposta do norte.  Correio do Povo, Porto Alegre, 16 nov. 1933.

O artigo comenta  sobre uma crônica escrita em 1927, por Tristão de Ataíde, intitulada Norte-Sul, considerando a importância da participação do norte do Brasil no movimento de renovação literária, apelando aos nordestinos para formar uma literatura que fale da sua realidade, da sua gente.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - ATHAYDE, TRISTÃO DE.

2. ATAÍDE, TRISTÃO DE. - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

3. LITERATURA BRASILEIRA - CRÔNICAS.

4. NORDESTE - LITERATURA.

5. PARAÍBA - LITERATURA.

[123]

FERNANDES, Carlos D., LUSTOSA, Nelson.  A Bagaceira.  A União, Parahyba, 30 mar. 1928.

Comentário crítico, de valiosa contribuição, ao estudo e desenvolvimento da nossa literatura. Cada capítulo retrata aspectos de uma vida sem esperança em que o sofrimento domina cada episódio do sertão paraibano.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE - A BAGACEIRA.

2. CRÍTICA LITERÁRIA - A BAGACEIRA.

3. LITERATURA PARAIBANA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

4. MODERNISMO BRASILEIRO - LITERATURA - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

5. REGIONALISMO - LITERATURA - NORDESTE.

[124]

FREYRE, Gilberto.  A Bagaceira.  Folha de São Paulo, São Paulo 19 fev. 1978.

Comenta o autor de Casa Grande e Senzala que A Bagaceira é para o Brasil de importância mais-que-literária. Ao vigor literário não faltou a capacidade de José Américo de interpretar o sofrimento daquela gente do sertão paraibano, presente, neste particular, muito mais em Euclides da Cunha do que em Machado de Assis.

1. LITERATURA PARAIBANA - SECAS.

2. NORDESTE - LITERATURA.

3. PARAÍBA - LITERATURA.

4. SECAS - NORDESTE.

[125]

GALVÃO, Paiva.  Uma fundação que se propõe a colaborar para  a integração cultural.  A União, 6 mar. 1983.

O texto contém entrevista do Presidente da Fundação Casa de José Américo, Milton Paiva, sobre as atividades do órgão e o empenho de José Octávio em organizar a edição de importantes contribuições ao estudo dos aspectos históricos e sócio-econômicos da realidade paraibana, com destaque, entre outros, para Geografia, Antropologia e História em José Américo, de vários autores, além da re-edição de O Ciclo Revolucionário do Ministério da Viação, de José Américo de Almeida.

1. ANTROPOLOGIA - SOCIOLOGIA - HISTÓRICA.

2. FUNDAÇÃO CASA DE JOSÉ AMÉRICO - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

3. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - PARAÍBA.

4. PARAÍBA - CULTURA.

[126]

GARCEZ, Erlene Castelo Branco.  José Américo de Almeida.  In: A obra de José Américo de Almeida no movimento modernista brasileiro.   Rio de Janeiro, FAHUPE, 1977. 130 p. 121-129 p.

A autora assinala em A Bagaceira certas características de libelo, levantando com igual rusticidade, o problema do homem nordestino em sua terra calcinada, comparando sua linguagem, incisiva e elíptica, à de Oswald Andrade.

1. A BAGACEIRA - MODERNISMO BRASILEIRO.

2. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - MODERNISMO.

3. ANDRADE, OSWALD. - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

4. LITERATURA BRASILEIRA - MOVIMENTO MODERNISTA.

5. MODERNISMO BRASILEIRO - A BAGACEIRA.

[127]

GAUDÊNCIO, Francisco Sales.  Um início auspicioso.  A União, João Pessoa, 10 jan 1982  Terceiro Caderno p. 2.

Coletânea de conferências, intitulada Geografia, Antropologia e História em José Américo. Fogem ao lugar comum das exaltações convencionais, para adquirirem feição crítica, por meio da qual José Américo aparece como cientista social, abrindo novos caminhos para as modernas concepções da Geografia, Antropologia e História.

1. ANTROPOLOGIA - PARAÍBA.

2. GEOGRAFIA - PARAÍBA.

3. HISTÓRIA - PARAÍBA.

4. LITERATURA BRASILEIRA - CRÍTICA LITERÁRIA.

5. PARAÍBA - ANTROPOLOGIA - HISTÓRIA.

[128]

GOMES, Osias.  Literatura universitária.  A União, João Pessoa, 06 out. 1983.

Pondera o autor, no tocante à universalidade da obra dos Três Maiores, José Américo, José Lins do Rego e Augusto dos Anjos. Não esconde a grandeza dos três. Em José Américo o prodigioso domínio da expressão original, a densidade do pensamento no estravasamento das suas verdades.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - CRÍTICA LITERÁRIA.

2. LITERATURA PARAIBANA - ANJOS, AUGUSTO DOS. - REGO, JOSÉ LINS DO. - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

3. PARAÍBA - LITERATURA.

[129]

GOMES, Pedro.  A Bagaceira e seu autor.  A União, João Pessoa, 12 mar. 1980.

O autor tece alguns comentários sobre José Américo, seu estilo perfeccionista, comparando-o com outros autores, como Graciliano. Sobre A Bagaceira diz que "é um protótipo do romance perfeito"e continua fazendo críticas bem construtivas a respeito da obra.

1. ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE. - A BAGACEIRA.

2. CRÍTICA LITERÁRIA - A BAGACEIRA.

3. LITERATURA BRASILEIRA - CRÍTICA LITERÁRIA.

4. PARAÍBA - LITERATURA.

5. RAMOS, GRACILIANO. - ALMEIDA, JOSÉ AMÉRICO DE.

[130]

GONDIM, Ofélia.  D. Alice de Almeida.  João Pessoa, Correio da Paraíba, 14 abr. 1992. Cultura e Lazer.

O artigo fala da personalidade de D. Alice de Almeida, relatando um pouco da vida do casal, apesar de terem personalidades opostas, ele era agitado, indócil, explosivo; ela era submissa, dócil, mas persuasiva e convincente até desfazer o que considerava errado ou injusto, afirma a autora.

1. ALMEIDA, ALICE DE. - BIOGRAFIA.

2. BIOGRAFIA - ALMEIDA, ALICE DE.

3. FAMÍLIA DE JOSÉ AMÉRICO DE ALMEIDA - ALMEIDA, ALICE DE.

4. PARAÍBA - FAMÍLIA DE JOSÉ AMÉRICO DE ALMEIDA.

[131]

GUEDES, Nonato.  "A oligarquia ainda é forte no Nordeste".  A União, João Pessoa, 15 jul. 1984. Política 3.

Crônica em A União sobre o livro de Aspásia Camargo, "O Nordeste e a Política". Diálogo com José Américo - mostra o papel desempenhado pelo ex-Ministro no quadro da política regional e nacional. Na segunda parte do livro, Ele e os Outros, acolhe depoimentos, como o do ex-Ministro Abelardo Jurema e a proposta de discussão sobre o lado mitológico do autor de A Bagaceira, em suas diferentes vertentes.

1. JUREMA, ABELARDO. - A BAGACEIRA.

2. LITERATURA BRASILEIRA - ROMANCES.

3. LITERATURA PARAIBANA - A BAGACEIRA.

4. NORDESTE - HISTÓRIA - LITERATURA.

5. POLÍTICA SOCIAL.

[132]

GUEDES, Nonato.  O arquivo de José Américo.  A União, João  Pessoa, 5 jun. 1983. Jornal de Domingo.

Contém referências ao arquivo de José Américo, um dos mais ricos documentários